<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929</id><updated>2012-02-16T20:42:46.012-08:00</updated><category term='Dor Muscular Tardia'/><category term='Qualidade'/><category term='Cristiano Laurino'/><category term='Saúde'/><category term='Medicina Esportiva'/><category term='Corredor'/><category term='Aquecimento'/><category term='Atendimento'/><category term='Dor de Cebaça'/><category term='Dor'/><category term='Fisioterapia'/><category term='Eventos'/><category term='Alongamento'/><category term='Gestão'/><title type='text'>Maisfisio Cursos de Terapia Manual</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>41</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-3078250361554728689</id><published>2012-02-15T08:00:00.000-08:00</published><updated>2012-02-15T08:03:51.986-08:00</updated><title type='text'>Tai chi chuan ameniza sintomas da Doença de Parkinson</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b style="text-align: -webkit-auto;"&gt;Pesquisa observou que prática promove significativas melhoras em funções prejudicadas pela doença, como o equilíbrio a flexibilidade&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/65355/tai-chi-chuan-20120209-size-598.jpg?1328812881" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/65355/tai-chi-chuan-20120209-size-598.jpg?1328812881" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Estudo publicado nesta quinta-feira no periódico The New England Journal of Medicineobservou que a prática de Tai chi chuan provoca melhoras significativas nos sintomas de pacientes com a Doença de Parkinson. A pesquisa, desenvolvida no Instituto de Pesquisa de Oregon, nos Estados Unidos, concluiu que a atividade pode beneficiar a estabilidade postural e a capacidade de andar dos indivíduos com a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo foi feito junto a um projeto de quatro anos que proporcionava a pacientes com problemas neurológicos ou com histórico de derrame três tipos de atividades físicas: Tai chi chuan, treinamento de resistência ou alongamento. Os pesquisadores selecionaram 195 pacientes com Doença de Parkinson e observaram as mudanças ocorridas na saúde deles após 24 semanas de prática de algum dos exercícios, em aulas com duração de 60 minutos, duas vezes por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados- Ao final desse período, os participantes do grupo de Tai chi chuan apresentaram melhor capacidade de se inclinar em qualquer direção sem perder o equilíbrio, melhor controle direcional do corpo e melhor capacidade de andar (ou seja, com passos maiores e com mais firmeza) do que o grupo que praticou alongamentos. Os adeptos do Tai chi chuan, em comparação com aqueles que praticaram treinamento de resistência, demonstraram melhor equilíbrio e passos mais longos ao caminharem. Esses dois exercícios revelaram semelhante — e significativa — redução de incidência de quedas, o que foi observado em menor escala entre os indivíduos do grupo de alongamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse estudo é clinicamente significativo pois sugere que o Tai chi chuan, um exercício de impacto de baixo a moderado, pode ser utilizado como um complemento das terapias físicas aplicadas em pacientes com Parkinson. A atividade mostrou que pode reduzir problemas de postura e de instabilidade ao andar, além de melhorar sintomas da doença, que afetam a mobilidade, a flexibilidade, o equilíbrio e a amplitude do movimento", afirma o coordenador do estudo, Fuzhong Li.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Li, os benefícios da atividade vão além da melhora dos sintomas do Parkinson. O Tai chi chuan tem baixo custo, já que não necessita de equipamentos, envolve movimentos fáceis de aprender e pode ser feito em qualquer lugar e a qualquer momento. O pesquisador acredita que o exercício pode também ser indicado para pessoas que precisam de reabilitação por algum outro motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: Revista Veja&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-3078250361554728689?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/3078250361554728689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/tai-chi-chuan-ameniza-sintomas-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/3078250361554728689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/3078250361554728689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/tai-chi-chuan-ameniza-sintomas-da.html' title='Tai chi chuan ameniza sintomas da Doença de Parkinson'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-9066782634063477976</id><published>2012-02-10T06:35:00.000-08:00</published><updated>2012-02-10T06:36:11.125-08:00</updated><title type='text'>Correr ou caminhar?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Saiba qual escolher quando você está começando na na corrida e veja ainda dicas para uma boa prática esportiva&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://o2porminuto.uol.com.br/imagens/materia/caminhada_09022012.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://o2porminuto.uol.com.br/imagens/materia/caminhada_09022012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Boa parte dos que querem iniciar na corrida começam caminhando e, com o passar do tempo - e dos treinos -, passam a acelerar. Um estudo recente, publicado pelo jornal britânico Daily Mail, porém, mostrou que praticar corrida em baixa intensidade é menos cansativo e melhor para os músculos do que apenas andar rápido. O principal motivo é que existe um músculo na região da panturrilha que funciona melhor quando se corre a dois metros por segundo, contribuindo diretamente para a produção de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o estudo, os pesquisadores americanos analisaram pessoas em esteiras enquanto andavam e corriam. Eles concluíram que esse músculo funciona como um câmbio de carro, ajudando o corpo a mudar de "marcha". O músculo segura o tendão de Aquiles, fazendo com que o corpo gaste energia para esticá-lo e o tendão, por sua vez, libera energia para ajudar no movimento do pé. Portanto, uma corrida mais leve pode ser mais benéfica e fácil do que caminhar, mesmo que rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o ideal mesmo é começar a correr gradativamente e, para isso, a caminhada pode sim servir como uma boa “base”, que dará mais resistência ao corpo. “Durante a caminhada, há um estímulo cardiopulmonar que faz com que a frequência cardíaca se adeqúe ao esforço do exercício”, explica a fisioterapeuta Luciana Costa, coordenadora do curso de Osteopatia da Faculdade Inspirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, com a caminhada há também uma adaptação para um aumento progressivo da sobrecarga, que irá preparar o corpo para quando ocorrer um maior impacto articular, como na corrida. “Por isso, a caminhada é o primeiro passo para começar a correr”, completa a especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Próximo passo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para ter uma “vida longa” na corrida é preciso respeitar cada etapa. Para evoluir na atividade, é importante ter a ajuda de um profissional de educação física para ter as devidas orientações e, consequentemente, bons resultados. Manter uma boa regularidade nos treinos, uma alimentação balanceada e hábitos saudáveis são outros pontos muito relevantes, considerando sempre os limites do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre seus benefícios da corrida estão a diminuição do mau colesterol (LDL) e a produção do bom (HDL), o fortalecimento da massa óssea, protegendo contra a osteoporose, controle do estresse, diminuição da ansiedade e a melhora da capacidade respiratória e desempenho nas no dia a dia. Os riscos só são maiores se houver o uso de tênis inadequados, excesso de esforço, falta de descanso entre os treinos, má alimentação e falta de orientação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Correr sem cuidados causa lesões em tecidos moles, como tendinites e canelites, e lesões das articulações, por causa da sobrecarga. Outro exemplo são as fascites plantares, causadas por treinamento excessivo, pisos inadequados e calçados duros”, explica Luciana, que recomenda. “Procurar um profissional que oriente seu treino, calçados e roupas adequadas é essencial. E o mais importante, nunca passe de seus limites, pois seu corpo irá ser prejudicado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://o2porminuto.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp?idMateria=6374&amp;amp;idCanal=2" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Por Fernanda Silva: Site Revista O2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-9066782634063477976?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/9066782634063477976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/correr-ou-caminhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/9066782634063477976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/9066782634063477976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/correr-ou-caminhar.html' title='Correr ou caminhar?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-8697382129321872912</id><published>2012-02-07T05:34:00.000-08:00</published><updated>2012-02-07T05:34:05.703-08:00</updated><title type='text'>Ingestão de ômega-3 ajuda a evitar riscos de arritmia cardíaca</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Encontrado em peixes, o ácido graxo pode reduzir em 30% os riscos de arritmia&lt;/h2&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/64446/peixe-omega-3-arritmia-cardiaca-20120202-size-598.jpg?1328186529" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/64446/peixe-omega-3-arritmia-cardiaca-20120202-size-598.jpg?1328186529" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Adultos com mais de 65 anos e com níveis elevados de ácidos graxos ômega-3 no sangue têm 30% menos chances de desenvolver arritmia cardíaca. De acordo com um estudo publicado no periódico médico Circulation, de cada 100 pessoas, 25 desenvolvem a condição – com o uso do óleo, esse número poderia cair para 17 casos em 100.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos Estados Unidos, país onde foi conduzido o estudo, 9% da população chega a desenvolver fibrilação atrial após os 80 anos. O ritmo cardíaco anormal, descompassado, pode causar insuficiência cardíaca ou mesmo levar ao derrame. Hoje, existem poucos tratamentos para esse quadro, e eles se concentram na prevenção de derrames com o uso de drogas que afinam o sangue e, assim, evitam a formação de coágulos. “Um risco 30% menor de desenvolver uma arritmia cardíaca crônica é um número considerável”, diz Dariush Mozaffarian, autor do estudo e professor na Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard. O ácido graxo ômega-3 é comumente encontrado em peixes, mas sua concentração pode variar em até 10 vezes de um tipo de peixe para outro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pesquisa – Para conseguir uma medida precisa da quantidade de óleo de peixe consumido pelos voluntários, os pesquisadores recolheram amostras de sangue de mais de 3.300 adultos com mais de 65 anos. Nos 14 anos seguintes, todos os participantes foram rastreados. Descobriu-se, então, que 789 haviam desenvolvido arritmia cardíaca.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entre aqueles elencados como os 25% com níveis mais elevados de ômega-3 no sangue, havia uma redução de 30% nos riscos de desenvolver a condição. “Essa redução é significativa”, diz Alvaro Alonso, professor na Universidade de Minnesota e membro da equipe de pesquisadores. Segundo o pesquisador, uma redução de 30% nos riscos poderia significar que, em vez de 25, somente 17 a desenvolveriam a doença.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De acordo com Alonso, mais estudos são necessários para que se compreenda como o óleo de peixe, ingerido até como um suplemento alimentar, pode ser usado de maneira preventiva contra a arritmia cardíaca.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-8697382129321872912?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/8697382129321872912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/ingestao-de-omega-3-ajuda-evitar-riscos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8697382129321872912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8697382129321872912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/ingestao-de-omega-3-ajuda-evitar-riscos.html' title='Ingestão de ômega-3 ajuda a evitar riscos de arritmia cardíaca'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-1530543351687780375</id><published>2012-02-02T08:16:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T08:16:35.416-08:00</updated><title type='text'>Para profissionais: Migrânea e Neurofisiologia</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As técnicas neurofisiológicas permitem-nos estudar a atividade do sistema nervoso. Na prática clínica diária, elas são muito úteis no diagnóstico de doenças neurológicas como epilepsia e neuropatias.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Introdução&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;• As técnicas neurofisiológicas permitem-nos estudar a atividade do sistema nervoso. Na prática clínica diária, elas são muito úteis no diagnóstico de doenças neurológicas como epilepsia e neuropatias.&lt;br /&gt;• Migrânea é uma cefaleia primária, ou seja, não há uma lesão estrutural macroscópica subjacente como causa da cefaleia, mas há vários níveis de disfunção do sistema nervoso central (SNC). Como outras cefaleias primárias, a migrânea é caracterizada por períodos ictal (duranta a cefaleia), peri-ictal (antes da cefaleia) e interictal (entre as cefaleias). Migrânea é o termo genérico usado para descrever uma cefaleia com sintomas específicos, mas na verdade ela é uma condição complexa e heterogênea.&lt;br /&gt;• No caso da migrânea, a contribuição da neurofisiologia para o seu diagnóstico é limitado, com poucas exceções. Contudo, as técnicas podem ser usadas para determinar a disfunção do SNC, ou seja, ajudar no entendimento da fisiopatologia da doença. A neurofisiologia pode também ser usada no entendimento&lt;br /&gt;do efeito dos tratamentos da migrânea. Contudo, a neurofisiologia é principalmente dedicada às pesquisas clínicas em migrânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Principais Ferramentas Neurofisiológicas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As ferramentas neurofisiológicas usadas nas pesquisas em migrânea são não-invasivas, e a maioria delassão equipamentos portáteis e acessíveis a baixo custo. A principais técnicas são a eletroencefalografia (EEG e, mais recentemente, a magnetoencefalografia ou MEG, um registro da atividade cerebral espontânea), os potenciais evocados (PEs, ou seja, registros da atividade cerebral em resposta a um estímulo visual, auditivo ou doloroso) e o reflexo de piscamento nociceptivo-específico (RPne, uma avaliação da nocicepção trigeminal). Outra importante ferramenta é a estimulação magnética transcraniana (EMT), a qual pode modificar a excitabilidade cerebral. &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Breve Sumário dos Achados Neurofisiológicos na Migrânea&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em média, a maioria dos registros interictais apresentam dois achados principais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Uma redução no nível de pré-ativação cerebral, a qual pode normalizar-se com a EMT repetitiva e pode ser resultado da redução na atividade das conexões &amp;nbsp;entre o tálamo, estruturas subcorticais e o córtex ipsilateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Uma redução na habituação a vários estímulos repetitivos. A habituação é um mecanismo neurofisiológico e uma forma de aprendizado no qual há uma redução na resposta a um estímulo ao longo do tempo após exposição repetida a este estímulo. Esse fenômeno parece estar deficiente nos migranosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Essas anormalidades dos cérebros dos migranosos foram encontradas tanto em nível cortical como subcortical e normalizaram durante a cefaleia e o período peri-ictal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Resultados opostos foram encontrados por alguns autores (aumento da excitabilidade, presença de habituação) ou em subtipos particulares de migrânea (aumento na habituação em migrânea hemiplégica familiar). Esses resultados demonstram &amp;nbsp;a heterogeneidade e a complexidade desta condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É importante mencionar que esses resultados são conclusões estatísticas de análise em grupo e não podem ser aplicados para os pacientes individualmente. &amp;nbsp;Mensagem para se levar para casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os registros neurofisiológicos não devem ser utilizados para o diagnóstico de migrânea porque seus resultados advêm de análise em grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Entre as crises, o cérebro do migranoso é caracterizado por redução do nível de pré-ativação e um comprometimento da habituação a estímulos repetitivos. Esses fenômenos podem ter um papel importante na gênese da migrânea. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Referências&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;[1] &amp;nbsp;Bohotin V, Fumal A, Vandenheede M, Gérard P, Bohotin C, Maertens de Noordhout A, Schoenen J. Effects of repetitive&lt;br /&gt;transcranial magnetic stimulation on visual evoked potentials in migraine. Brain 2002;125:912–22.&lt;br /&gt;[2] &amp;nbsp;Coppola G, Ambrosini A, Di Clemente L, Magis D, Fumal A, Gérard P, Pierelli F, Schoenen J. Interictal abnormalities of&lt;br /&gt;gamma band activity in visual evoked responses in migraine: an indication of thalamocortical dysrhythmia? Cephalalgia&lt;br /&gt;2007;27:1360–7.&lt;br /&gt;[3] &amp;nbsp;Magis D, Ambrosini A, Bendtsen L, Ertas M, Kaube H, Schoenen J; EUROHEAD Project. Evaluation and proposal for&lt;br /&gt;optimalization of neurophysiological tests in migraine: part 1: electrophysiological tests. Cephalalgia 2007;27:1323–38.&lt;br /&gt;Tradução: &amp;nbsp;Dr. José Geraldo Speciali / Dra. Fabíola Dach / Dr. Roberto Setlin / Dra. Karen Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/120/para-profissionais-migranea-e-neurofisiologia" target="_blank"&gt;Fonte: Portal Mapa da Dor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-1530543351687780375?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/1530543351687780375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/para-profissionais-migranea-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1530543351687780375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1530543351687780375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/02/para-profissionais-migranea-e.html' title='Para profissionais: Migrânea e Neurofisiologia'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-5908062292931595433</id><published>2012-01-31T07:36:00.000-08:00</published><updated>2012-01-31T07:36:01.270-08:00</updated><title type='text'>Paralisia facial e fisioterapia atual</title><content type='html'>&lt;br /&gt;A paralisia de Bel, ou mais atualmente chamada de paralisia facial idiopática, é uma doença aguda do nervo facial que produz perda parcial ou total dos movimentos de um lado da face. A paralisia facial recupera-se espontaneamente sem qualquer tratamento na maioria das pessoas, mas não em todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos fisioterapêuticos como exercícios faciais, biofeedback, laser, eletroterapia, massagem e termoterapia são comumente utilizados para acelerar a recuperação, melhorar a função motora da face, ou tratar as seqüelas dos indivíduos que não tiveram melhora espontânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este mês a Biblioteca Cochrane (Fator de impacto 2010=6,186) traz a atualização da revisão sistemática sobre Fisioterapia na Paralisia facial idiopática (&lt;a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/14651858.CD006283.pub3/abstract" target="_blank"&gt;veja aqui&lt;/a&gt;), primeiramente publicada em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta atualização foram incluídos 12 estudos com 872 indivíduos, a maioria com alto risco de viés. Destes, quatro estudos avaliaram a eficácia de estimulação elétrica (313 participantes), outros três estudos avaliaram exercícios faciais (199 participantes) e outros cinco estudos combinaram diferentes formas de fisioterapia com acupuntura (360 participantes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Principais evidências:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há evidencias de um único estudo de qualidade moderada de que os exercícios faciais são benéficos para os casos crônicos de paralisia facial (mais de nove meses após a paralisia);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há evidências de outro estudo de qualidade moderada que os exercícios faciais podem ajudar a reduzir sincinesia motora (uma seqüela da paralisia facial) e o tempo de melhora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há dados insuficientes para se decidir se a eletroestimulação funciona, pois foram identificados estudos com alto risco de viés que tiveram resultados contraditórios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A mesma conclusão ocorreu com estudos que associaram acupuntura e recursos fisioterapêuticos como exercícios faciais e eletroterapia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não foram encontrados estudos randomizados específicos com indivíduos com paralisia facial idiopática que avaliassem a eficácia dos demais recursos como o laser, biofeedback, estimulação com crioterapia, termoterapia, massagem, etc., e assim, não foi possível avaliar o risco e efetividade destes recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conclusões:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios faciais parecem auxiliar na melhora da função facial, principalmente em pessoas com paralisia moderada e nos casos crônicos. Parece também que em casos agudos (com menos de três semanas), os exercícios faciais podem ajudara a reduzir o tempo de melhora. Porém esta evidência ainda é frágil, e mais estudos clínicos são necessários para melhores avaliações sobre os riscos e benefícios dos diversos recursos fisioterapêuticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fisioterapiaemevidencia.com/2011/12/paralisia-facial-e-fisioterapia-atual.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: Blog Fisioterapia em Evidência&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-5908062292931595433?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/5908062292931595433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/paralisia-facial-e-fisioterapia-atual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5908062292931595433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5908062292931595433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/paralisia-facial-e-fisioterapia-atual.html' title='Paralisia facial e fisioterapia atual'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-5769724102238663616</id><published>2012-01-25T10:16:00.001-08:00</published><updated>2012-01-25T10:16:48.232-08:00</updated><title type='text'>O custo de atrair novos clientes</title><content type='html'>&lt;br /&gt;A primeira coisa que todo mundo pensa é como fazer para atrair novos clientes. E ai que entra ideias muitas vezes tão mirabolantes quanto seus gastos com elas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos de vocês já não pensaram em fazer (ou já fizeram) um anuncio em um jornal de grande circulação por achar q isso aumentaria sua clientela, quando na verdade isso só o onerou seus custos mensais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você pensar em fazer uma ação de marketing, a primeira coisa que deve pensar é que está oferecendo um serviço de saúde, e muitas pessoas não compram isso através de um anuncio em jornal certo? Outra coisa interessante é se colocar no lugar do seu cliente e pensar: eu iria fazer fisioterapia nesse lugar só porque vi essa propaganda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente contamos com as excelentes ferramentas de divulgação, que são as redes socias, onde a velocidade de informação toma proporções inesperadas em um curto espaço de tempo, e sem onerar seus custos. Porém todo cuidado ao divulgar uma informação nesses veículos, pois uma pequena falha pode ir por um caminho completamente contrario ao que se desejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direcione suas ações para seu publico alvo, para quem realmente você quer que se torne seu cliente, evitando assim desperdício de tempo e dinheiro com propagandas vazias, que não ira te levar a lugar nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esquece que a melhor estratégia será sempre fidelizar os seus pacientes, com um atendimento de qualidade e eficiente, afinal na fisioterapia nenhuma propaganda supera o famoso "boca a boca" não é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter um cliente é muito mais barato do que ganhar um novo! Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/2012/01/o-custo-de-atrair-novos-clientes.html" target="_blank"&gt;Fonte: Blog Gestão em Fisioterapia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-5769724102238663616?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/5769724102238663616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/o-custo-de-atrair-novos-clientes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5769724102238663616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5769724102238663616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/o-custo-de-atrair-novos-clientes.html' title='O custo de atrair novos clientes'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-6667760896851584616</id><published>2012-01-18T09:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T09:45:01.777-08:00</updated><title type='text'>Não se esqueça dos membros superiores</title><content type='html'>&lt;br /&gt;A parte de cima do corpo também sofre com os impactos da corrida. Saiba como o Pilates pode ser útil para o desenvolvimento desta área e como isso melhora seu desempenho nas ruas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foco das atenções da maioria dos corredores, e não sem razão, os membros inferiores, de fato, são os que recebem a maior sobrecarga durante a corrida. A correta distribuição das forças e a absorção do impacto sobre pés, pernas e quadris ameniza o impacto recebido pela coluna lombar, minimizando os efeitos do movimento repetitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nesse momento proponho um olhar diferente para outra parte importante, que muitas vezes recebe menos atenção nos treinos e até mesmo durante a corrida: a parte superior do corpo, por se contrapor ao movimento de pernas e quadris, é responsável pela manutenção do equilíbrio, o que, por si só, já é motivo suficiente para sua atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região dos ombros, braços, pescoço e cabeça formam um conjunto que deve estar não apenas forte e alongado, mas equilibrado e livre de tensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização escapular (omoplata) é de suma importância, pois o desequilíbrio dos músculos dessa região resulta em encurtamentos que podem levar o tronco à frente, aumentar a cifose torácica acarretando a perda da postura e o aparecimento de dores nos ombros, pescoço e cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento da escápula tem relação direta com os movimentos do úmero, o que é chamado de ritmo escápuloumeral. Tão importante quanto trabalhar e desenvolver a força dos braços (bíceps, tríceps) é manter equilibrados os músculos estabilizadores das escápulas (rombóides, latíssimo do dorso, subescapular, trapézio, levantador da escápula, serrátil anterior e peitoral menor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho delicado deve ser realizado através de alongamentos e fortalecimento específico, sempre com carga reduzida e sob a vigilância atenta de um professor, já que a possibilidade de ocorrerem movimentos compensatórios nos ombros e pescoço é grande, durante a realização dos exercícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a coluna torácica relaciona-se com a escápula através das costelas, podendo realizar rotações que também regulam o ritmo escapulo umeral e glenoumeral, para ajustar o tronco e a cintura escapular, durante os movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, portanto, de fundamental importância manter a mobilidade da coluna torácica, pois esse conjunto trabalha intrinsecamente ligado, sendo que o desequilíbrio muscular de um componente afetará o outro inevitavelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ajuda do Pilates&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;No método Pilates o trabalho dessa região é feito de maneira natural, através de exercícios que restabelecem a mobilidade natural da coluna e trabalham as articulações respeitando sua amplitude adequada. A articulação glenoumeral, de característica móvel, deve ser trabalhada em seu limite adequado, pois é facilmente sujeita a luxação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rolamentos do tronco com ou sem assistência, os movimentos dos membros superiores realizados nos equipamentos, como Cadillac (utilizando as molas) ou na Reformer (utilizando as tiras), oferecem tanto a amplitude quando a resistência adequada para que o ritmo escápuloumeral seja respeitado e, simultaneamente, os braços sejam fortalecidos e alongados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda da mobilidade da região torácica pode acarretar dores tanto nos ombros, na cervical, como também na região lombar. Com a cabeça bem posicionada sobre a cervical, numa postura adequada, tanto a cervical quanto os ombros aliviam e distribuem melhor a tensão, aumentando a disposição e a resistência ao cansaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso pode ser trabalhado de uma forma eficiente e agradável nos equipamentos de Pilates, naturalmente desenhados para garantir proteção às articulações e preservar os espaços necessários pra que elas trabalhem com amplitude e segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se pode ver, devemos sempre ter em mente a integração de todo o corpo, nunca trabalhando apenas movimentos ou grupos musculares isolados, mas mantendo a atenção em cada um de seus segmentos e dando a eles a atenção adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, muitas de nossas queixas serão mais facilmente eliminadas se, ao invés de nos concentrarmos somente no local da dor, pudermos olhar o corpo de forma mais integrada, pois uma lesão é sempre consequência de um desequilíbrio que ocorre muitas vezes num local distante de onde a dor se manifesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o método Pilates é tão eficaz quanto seguro, pois tem como primeiro princípio considerar o homem na sua totalidade, corpo, mente e espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://o2porminuto.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Portal O2 por minuto&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-6667760896851584616?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/6667760896851584616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/nao-se-esqueca-dos-membros-superiores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6667760896851584616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6667760896851584616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/nao-se-esqueca-dos-membros-superiores.html' title='Não se esqueça dos membros superiores'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-2198775086456623974</id><published>2012-01-16T09:24:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T09:25:21.339-08:00</updated><title type='text'>Benefícios Pilates para Gestante</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WQ56P-Ws6Ek/TfOF44As44I/AAAAAAAAAjE/Pn1ANMYB_mw/s320/pilates.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-WQ56P-Ws6Ek/TfOF44As44I/AAAAAAAAAjE/Pn1ANMYB_mw/s400/pilates.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O método Pilates é seguro e pode ser praticado durante a gestação. Promove conforto à gravidez e ao parto, com foco na estabilidade da musculatura postural, assoalho pélvico e no fortalecimento e alongamento suave dos músculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os Benefícios?&lt;br /&gt;- Alinhamento postural;&lt;br /&gt;- Redução das dores sacroilíacas e das lombalgias;&lt;br /&gt;- Melhora da motilidade intestinal;&lt;br /&gt;- Estimulação do sistema circulatório e oxigenação do sangue;&lt;br /&gt;- Aumento da flexibilidade, tônus e força muscular;&lt;br /&gt;- Alívio das tensões, estresse e relaxamento;&lt;br /&gt;- Ganho de equilíbrio e concentração;&lt;br /&gt;- Aumenta a resistência física e mental;&lt;br /&gt;- Alongamento e melhora da coordenação motora;&lt;br /&gt;- Maior mobilidade das articulações;&lt;br /&gt;- Conscientização corporal e treino da respiração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-2198775086456623974?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/2198775086456623974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/beneficios-pilates-para-gestante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2198775086456623974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2198775086456623974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/beneficios-pilates-para-gestante.html' title='Benefícios Pilates para Gestante'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WQ56P-Ws6Ek/TfOF44As44I/AAAAAAAAAjE/Pn1ANMYB_mw/s72-c/pilates.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-5636801609525183877</id><published>2012-01-13T08:58:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T08:58:08.108-08:00</updated><title type='text'>Uma metáfora sobre o inevitável! Ás vezes a dor vem da não aceitação de sentir dor. Aceitar é um passo grande para a melhora da dor!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quando eu era pequeno e morava no interior, eu tinha uma amiga que escrevia num diário. E lá relatava suas dores e suas alegrias de toda sua vida com somente uma caneta e com um caderno verde de capa dura...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era pequeno e morava no interior, eu tinha uma amiga que escrevia num diário. E lá relatava suas dores e suas alegrias de toda sua vida com somente uma caneta e com um caderno verde de capa dura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudei para São Paulo e após muitos anos, já adulto, voltei à cidade. Quando eu estava indo para a sorveteria daquela cidadezinha do interior logo reconheci a Marina. Ela estava com uma cara abatida e então, devagar me aproximei dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecia que ela estava sentindo algum tipo de dor e tristeza. Mas quando me viu logo se lembrou de mim e me perguntou como eu estava. Eu disse que muitas coisas aconteceram e me sentia um autor de um livro, um livro da minha vida, que infelizmente eu estava escrevendo com a caneta e eu não podia apagar algumas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então perguntei se ela ainda escrevia no diário. Para minha surpresa ela me disse que conseguiu publicar um livro com o seu diário. Logo que ela disse isso, como um flash apareceu na minha cabeça e imediatamente eu lhe disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe de uma coisa! Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigado por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eu descobri que eu sou o autor do livro da minha vida. Infelizmente eu estou escrevendo com uma caneta e eu não posso apagar algumas coisas, no entanto POSSO viver também com o que foi escrito e criar um grande conto. De repente ela começou a chorar e também me agradeceu!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/110/uma-metafora-sobre-o-inevitavel-as-vezes-a-dor-vem-da-nao-aceitacao-de-sentir-dor-aceitar-e-um-passo-grande-para-a-melhora-da-dor" target="_blank"&gt;Rodrigo Rizzo - Portal Mapa da Dor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-5636801609525183877?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/5636801609525183877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/uma-metafora-sobre-o-inevitavel-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5636801609525183877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5636801609525183877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/uma-metafora-sobre-o-inevitavel-as.html' title='Uma metáfora sobre o inevitável! Ás vezes a dor vem da não aceitação de sentir dor. Aceitar é um passo grande para a melhora da dor!'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-5469122317603132856</id><published>2012-01-12T04:15:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T04:15:32.930-08:00</updated><title type='text'>Pilates é alternativa para tratar incontinência urinária depois da gestação</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Atividade fortalece a estrutura muscular pélvica de forma não invasiva&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda de urina involuntária, conhecida como incontinência urinária, ocorre por diversos fatores. Idade avançada, obesidade, menopausa, constipação intestinal, gravidez, entre outros, levam ao enfraquecimento da musculatura do assoalho pélvico e períneo, que é um conjunto de músculos que tem como função, sustentar os órgãos pélvicos, mantendo assim, o controle dos esfíncteres, principalmente a urina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a gestação, a incontinência urinária normalmente ocorre devido à pressão na bexiga, comprimida pelo útero aumentado. No entanto, assim que termina a gravidez, a mulher tende a recuperar o controle da urina. O problema também pode acontecer se a mulher apresentar uma composição genética fraca de seu colágeno, proteína importante para unir e fortalecer tecidos do organismo, o que pode acarretar na frouxidão dos músculos que envolvem a bexiga e o assoalho pélvico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros fatores agravantes podem ocorrer durante um parto normal: se o bebê for muito grande, o parto for mal assistido ou se for utilizado fórceps de maneira errada. Nessas condições, os músculos que apoiam a bexiga podem ser lesionados permanentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Musculatura fortalecida&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo-esquelética, o pilates pode ajudar a combater e a tratar a incontinência urinária, pois tem como objetivo principal, o controle e o fortalecimento da musculatura pélvica. Através das aulas de pilates, a paciente pode trabalhar dando ênfase à musculatura de sustentação: abdômen, lombar, glúteos e toda região pélvica, especialmente o períneo (área entre o ânus e a uretra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O pilates é a única atividade completa quando se pensa em fortalecer todos esses grupos musculares associados de forma não invasiva. Essa atividade aumenta a consciência corporal e muscular, e todos os exercícios são associados com respiração e controle abdominal — salienta o fisioterapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costa ressalta que os casos de incontinência urinária devem ser acompanhados por um médico ginecologista ou obstetra, que indicará o exercício ideal em parceria com o fisioterapeuta que irá desenvolver e aplicar um plano de reeducação da musculatura de assoalho pélvico, através de um processo individualizado e que dê resposta às necessidades de cada paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,3622972,Pilates-e-alternativa-para-tratar-incontinencia-urinaria-depois-da-gestacao.html" target="_blank"&gt;Fonte: Zero Hora - Coluna Bem estar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-5469122317603132856?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/5469122317603132856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/pilates-e-alternativa-para-tratar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5469122317603132856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5469122317603132856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/pilates-e-alternativa-para-tratar.html' title='Pilates é alternativa para tratar incontinência urinária depois da gestação'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-4827217906780708921</id><published>2012-01-10T06:08:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T06:08:03.779-08:00</updated><title type='text'>Já montou seu fluxo de caixa para 2012?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;O ano está acabando e junto com isso vem aquela sensação de que dias melhores virão, junto a todas as promessas que nós adoramos fazer não é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas promessas não pagam contas e precisamos nos planejar para iniciar um novo ano! E hoje vou falar um pouquinho aqui sobre uma ferramenta muito importante utilizada no seu planejamento financeiro: FLUXO DE CAIXA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que é isso e para que serve?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um instrumento eficaz para gerenciar todo o controle financeiro da sua empresa, que permite ao empreendedor analisar toda as suas disponibilidades e identificar de maneira antecipada as suas necessidades, sejam elas de curto ou longo prazo. Logo, o fluxo de caixa irá refletir com precisão a situação financeira da sua empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao colocar no papel toda a sua movimentação financeira você é capaz de diagnosticar tudo aquilo que está fazendo mal para a saúde da empresa, até mesmo aquilo que achava que era bom! rsrs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser feito por períodos, ou seja, você pode fazer um controle semanal, quinzenal, mensal, enfim de acordo com as necessidades do seu negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos na verdade já utilizam dessa ferramenta de contabilidade financeira e nem sabiam que era esse nome; afinal todos fazem, ou pelo menos deveriam fazer, o controle de entrada e saída do seu caixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O fluxo de caixa permite ao gestor:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;Avaliar se as vendas presentes serão suficientes para cobrir os desembolsos futuros já identificados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Calcular os momentos ideais para reposição de estoque ou materiais de consumo, considerando os prazos de pagamento e as disponibilidades.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Identificar a necessidade de realizar promoções e liquidações, reduzir ou aumentar preços.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Saber se é ou não possível conceder prazos de pagamentos aos clientes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Negociar compras à vista junto aos fornecedores, para aproveitar alguma promoção.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Identificar a real necessidade ou não de obter um empréstimo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Antecipar as decisões sobre como lidar com sobras ou faltas de caixa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Montar e manter um fluxo de caixa, dá mto trabalho, pois você precisa estar alimentando constantemente as suas planilhas, mas é extremamente recompensador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FELIZ 2012!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: Gestão em Fisioterapia - (Fabricia Costa)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-4827217906780708921?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/4827217906780708921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/ja-montou-seu-fluxo-de-caixa-para-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4827217906780708921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4827217906780708921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2012/01/ja-montou-seu-fluxo-de-caixa-para-2012.html' title='Já montou seu fluxo de caixa para 2012?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-1818052317831558998</id><published>2011-12-15T04:34:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T04:34:01.702-08:00</updated><title type='text'>Vitamina D e sua Importância para o Organismo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;A vitamina D é hoje tida como de extrema importância para o tratamento de muitas doenças, sendo a principal delas a osteoporose. A perda da densidade óssea é comum em detrimento do avançar da idade, principalmente na mulher após a menopausa, e muitos estudos hoje regem o tratamento da osteoporose como sendo multidisciplinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mVWa4zllc1A/TP0HtgYQ83I/AAAAAAAAARE/VAO7TBeMMw0/s320/vitamin-D.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_mVWa4zllc1A/TP0HtgYQ83I/AAAAAAAAARE/VAO7TBeMMw0/s320/vitamin-D.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Os medicamentos mais utilizados para o tratamento e até mesmo para a prevenção da piora da osteoporose são os alendronatos, que fazem com que o cálcio da dieta seja absorvido de forma mais adequada pelo osso, evitando assim uma perda mais acentuada com a progressão da doença. Aliado a ele, o uso da vitamina D também ajuda muito nesta função, e a seguir fazemos algumas considerações importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Como a vitamina D funciona no nosso organismo para prevenir doenças?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A vitamina D é essencial para a absorção de cálcio pelo intestino. A sua deficiência crônica pode reduzir o teor de cálcio no sangue e desencadear um aumento compensatório do PTH (hormônio paratireoideano). Isso pode levar ao aumento da função da paratireóide, causando o que se denomina hiperparatireoidismo secundário. Essa alteração hormonal vai fazer com que o organismo tire o cálcio dos ossos para colocá-lo na corrente sanguínea, e vai causar a perda de densidade óssea no futuro. A deficiência crônica de vitamina D também causa fraqueza muscular, o que junto com a perda óssea pode causar quedas e fraturas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Qual a dose diária recomendada de vitamina D?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para a maioria dos pacientes o consumo diário recomendado por consensos médico é de 600UI a 800UI, mas quando o paciente tem deficiências crônicas conhecidas (como por exemplo quando apresentam índices de 25-OH vitamina D menores de 20ng/ml) os valores devem ser maiores do que estes (algumas vezes acima de 1000 UI por dia). Como suplementação alimentar não se recomenda ultrapassar a dose de 4.000 UI ao dia, por tempo crônico. Doses acima dessas somente devem ser consideradas quando o tratamento envolve a associação medicamentosa com outros produtos (vide abaixo) - estudos recentes já demonstraram segurança no uso de doses altas (acima de 100.000 UI a cada 4 meses por 5 anos não se mostraram inseguras).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Quais medicamentos estão disponíveis no mercado com essas doses recomendadas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A vitamina D3 (colecalciferol) está disponível em associações com cálcio, na dose de 400UI ou 500UI por comprimido, ou em produtos isolados, na dose de 1000UI por comprimido. Também existe associação medicamentosa da vitamina D3 com alendronatos, em comprimidos que normalmente apresentam 70mg deste composto com 5600 UI de vitamina D3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: Holick MF. Vitamin D deficiency. NEJM 2007, 357: 266-81 / Bischoff HA et al. Effects of vitamin D and calcium supplementation on falls: a randomized controlled trial. J Bone Miner Res 2003;18:: 343-351&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-1818052317831558998?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/1818052317831558998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/vitamina-d-e-sua-importancia-para-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1818052317831558998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1818052317831558998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/vitamina-d-e-sua-importancia-para-o.html' title='Vitamina D e sua Importância para o Organismo'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mVWa4zllc1A/TP0HtgYQ83I/AAAAAAAAARE/VAO7TBeMMw0/s72-c/vitamin-D.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-5882036915494340571</id><published>2011-12-14T07:32:00.001-08:00</published><updated>2011-12-14T07:32:48.872-08:00</updated><title type='text'>A volta das dores que foram</title><content type='html'>&lt;br /&gt;“Milagre! A dor foi embora, você é o melhor fisioterapeuta do mundo. Posso trazer um bolinho de laranja no próximo atendimento?” Célebres palavras emocionantes que todo o emblemático fisioterapeuta já recebeu da querida paciente que já tem dor há 20 anos e que ainda acredita na paz mundial. Como tudo na vida é passageiro, o alívio da dor para as pessoas com dor crônica também é. Se consideramos a dor crônica como uma doença crônica, então teremos períodos com pouca dor ou sem dor (remissão) e períodos com bastante dor (recidiva). Mas acredito que isso é uma forma biomedica demais e que deve ser deixada de lado. A dor ir, vir, sumir, reaparecer depende de muitos fatores. Sempre comento do envolvimento dos fatores emocionais e comportamentais que podem piorar, manter e deixar a dor persistente. Quanto mais sensível estiver o sistema nervoso, mais fácil sentir dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliais, para os fisioterapeutas, já perceberam que é muito mais fácil sentir dor do que não sentir? Além da memória das experiências dolorosas que armazenamos em nosso HD Cerebral Sansung, existem muito mais mecanismos que favorem a ativação do que a inibição dos sistemas de dor do nosso corpo. Será a mãe natureza tão B! assim? Claro que não. Segundo a breguíssima frase “Escrito nas Estrelas” tudo tem um objetivo final. Então se é para a gente sentir dor é porque alguma coisa tem. Só não precisa acordar e ir dormir com dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que de alguma forma ficaram marcadas pelas experiências dolorosas ruins, provavelmente terão dor para o resto da vida. Mas, assim como ir sempre no Hooters, podemos ter momentos de melhora e viver bem. Porém, não acreditem que uma dor de 20 anos irá embora em 1 semana, 1 mês ou 1 ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando que a dor pode voltar? De uma forma bem Fibra A alfa (grossa) podemos ter dor em muitas situações, ainda pior na dor crônica. Da mesma forma que precisamos da dor como alerta para ameaças de tsunami corporal não queremos que apareça no corpo e cause sofrimento e limitações. É meio que um paradoxo confuso e imagético, que faz as pessoas com dor crônica buscarem uma possível cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo mais comum é a dor lombar. Quem já teve dor lombar em algum momento da vida vai ter denovo, CQC. Muitas das vezes, em situações completamente diferentes. Num exemplo cotidiano, o estresse de uma mãe porque a filha adolescente revoltada saiu de casa a noite de mini saia pode ser suficiente para iniciar um quadro de dor. Estresse, raiva, irritação, ansiedade, medo irracional e evitação provocam dor. Já o conjunto de charminho, carência, grude, controle de gandaia e sentinela nas festas provocam término de namoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira ideal de evitar a volta das dores que foram é identificar todas as situações, problemas, comportamentos, atitudes e coisas a mais responsáveis por provocar dor. Tratar é bom? Claro, mas ir no consultório apenas é enxugar gelo. Tem que participar da sua melhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida sem estresse é brigadeiro na veia. Confete e endorfina para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Dores Crônicas - Artur Padão Gosling&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-5882036915494340571?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/5882036915494340571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/volta-das-dores-que-foram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5882036915494340571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5882036915494340571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/volta-das-dores-que-foram.html' title='A volta das dores que foram'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-8345566460021109175</id><published>2011-12-12T09:06:00.000-08:00</published><updated>2011-12-12T09:07:46.112-08:00</updated><title type='text'>Quais são as 10 profissões mais felizes e infelizes do mundo?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2011/12/3267141087_0095c78dfe_b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2011/12/3267141087_0095c78dfe_b.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É, a foto acima já denuncia o primeiro lugar. Os profissionais mais felizes do mundo, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Chicago (EUA), são os membros do clero. Faz sentido, né? Taí uma profissão em que, se o pessoal fosse infeliz, ficaria feio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá uma olhada no top 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Clérigos&lt;br /&gt;2 – Bombeiros&lt;br /&gt;3 – Fisioterapeutas&lt;br /&gt;4 – Escritores&lt;br /&gt;5 – Professores de educação especial&lt;br /&gt;6 – Professores&lt;br /&gt;7 – Artistas&lt;br /&gt;8 – Psicólogos&lt;br /&gt;9 – Vendedores de serviços financeiros&lt;br /&gt;10 – Engenheiros de operação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria desses trabalhos se baseia em ajudar pessoas — é a isso que os pesquisadores creditam a boa colocação no ranking. Para outros, como escritores e artistas, parece que a autonomia e a liberdade de expressão são as responsáveis pela felicidade. Os vendedores de serviços financeiros, por sua vez, ganham comissões generosas, e os engenheiros de operação talvez se divirtam com brinquedões como escavadeiras e guindastes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como bônus, pega aí o top 10 das profissões mais infelizes do mundo, feito pelo site CareerBliss — elas, curiosamente, tendem a ser mais bem pagas do que as profissões listadas acima (e mais chatas também, impossível não dizer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Diretor de tecnologia da informação&lt;br /&gt;2 – Diretor de vendas e marketing&lt;br /&gt;3 – Gerente de produto&lt;br /&gt;4 – Desenvolvedor web sênior&lt;br /&gt;5 – Especialista técnico&lt;br /&gt;6 – Técnico em eletrônica&lt;br /&gt;7 – Secretário judicial&lt;br /&gt;8 – Analista de suporte técnico&lt;br /&gt;9 – Operador de CNC&lt;br /&gt;10 – Gerente de marketing&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, se encontrou no meio de algum desses dois rankings?&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.forbes.com/fdc/welcome_mjx.shtml"&gt;(Vi lá no site da Forbes.)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/quais-sao-as-10-profissoes-mais-felizes-e-infelizes-do-mundo/"&gt;Fonte: Revista Super&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-8345566460021109175?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/8345566460021109175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/quais-sao-as-10-profissoes-mais-felizes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8345566460021109175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8345566460021109175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/quais-sao-as-10-profissoes-mais-felizes.html' title='Quais são as 10 profissões mais felizes e infelizes do mundo?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-143755672303442195</id><published>2011-12-09T04:34:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T04:36:15.641-08:00</updated><title type='text'>TENS dor?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Mais conhecido como “choquinho” ou “Tensis” para os íntimos, o TENS é uma ferramenta polêmica desde sua criação. Muito utilizada por fisioterapeutas, o TENS (Estimulação elétrica transcutânea) possui pouca evidência de ser um bom tratamento para dores crônicas de diversos tipos. Um trabalho recente pode ser conferido no blog do fisioterapeuta Lazaro Teixeira de Balneário Camboriú. Aliais, que praia hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fisioterapiaemevidencia.com/2010/01/tens-para-dor-de-origem-neurologica.html"&gt;http://www.fisioterapiaemevidencia.com/2010/01/tens-para-dor-de-origem-neurologica.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que todos eu me pergunto: porque “TENS” ainda o TENS para o tratamento de dores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que todos eu continuo me perguntando: porque mesmo sem efeitos na dor crônica o TENS ainda é usado no tratamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é paciente, devia perguntar isso ao seu fisioterapeuta e reclamar com seu médico a indicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TENS possui lindas explicações, porém com resultados fracos na prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TENS explicações? Sim. A corrente elétrica bloqueia os impulsos dolorosos na nossa medula. Porem, não funciona em todo mundo. Aliáis, quase não funciona na prática. Na dor crônica precisamos mudar o funcionamento do cérebro e o TENS não faz isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS certeza?&lt;/b&gt; Claro que não. Certeza só da nossa morte em algum momento e da ação da gravidade no corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS dúvida?&lt;/b&gt; Eu também. Mas, os convênios adoram. É muito prático deixar 10 pacientes fazendo TENS e atender outros 10. Não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS problema?&lt;/b&gt; Sim. A maiora dos aparelhos são desregulados, quase nenhum paciente faz a dosagem correta, é usado de maneira indiscriminada, o efeito não é duradouro, possui grande efeito placebo. Quer que eu continue?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS melhor?&lt;/b&gt; Claro. Para a dor crônica, o exercício ganha de lavada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS pior?&lt;/b&gt; Claro. Não fazer nada e esperar para ver o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS solução?&lt;/b&gt; Hummmmmmmmmm. Fazer um bolo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS dor?&lt;/b&gt; Não trate com TENS. Mas, alguns paciente ficam bem. Vai entender…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS necessidade de ser radical? &lt;/b&gt;Todos temos um dia de fúria. HÁ!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TENS um abraço?&lt;/b&gt; Claaaaaroooo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Abraços T…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dorescronicas.com.br/tens-dor/"&gt;Artur Padão Gosling – Pada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-143755672303442195?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/143755672303442195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/tens-dor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/143755672303442195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/143755672303442195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/tens-dor.html' title='TENS dor?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-1804551931507599655</id><published>2011-12-06T10:17:00.001-08:00</published><updated>2011-12-06T10:18:52.590-08:00</updated><title type='text'>Andador de Bebês, além de atrasar o desenvolvimento motor podem ser um risco para crianças</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-X6EfCND6Oz4/Tm0aT_2ScnI/AAAAAAAACV8/vOcw4wrugME/s320/andador.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-X6EfCND6Oz4/Tm0aT_2ScnI/AAAAAAAACV8/vOcw4wrugME/s320/andador.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eu acho que todo mundo conhece, ou até mesmo usou um andador infantil quando era criança. Estes andadores são muito populares aqui no Brasil, sendo que muitos pais adquirem este equipamento acreditando que ele oferece segurança e ajuda a criança a andar mais rápido. . . . Pois é galera, este é um belo exemplo de como as aparências enganam . . .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo de cara preciso avisar que não sou vendedor de brinquedos infantis, não faço consultas e nem avalio atraso motor pela internet. Esta é uma postagem direcionada a estudantes de fisioterapia e profissionais da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como andadores infantis podem ser perigosos?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os andadores são projetados para oferecer mobilidade as crianças, e é justamente nesta mobilidade que mora o perigo. Um andador pode alcançar a velocidade de 1m/s (Lang-Runtz, 1983). dependendo da distância, esta velocidade é mais do que o suficiente para dificultar que um adulto a impeça de se aproximar demais de um degrau ou escada. Além disso, o fato dos andadores de bebê permitirem que as crianças fiquem “de pé”, aumenta o seu alcance o que lhes permite tocar objetos perigosos e puxar fios elétricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lesões que podem ocorrer a partir do uso de andadores incluem ferimentos na cabeça e trauma no abdome ou membros devido as quedas. Lesões por impacto resultantes de crianças que puxam sobre si mesmas objetos pesados tais como ferros de passar, aparelhos de DVD, televisores e outros itens domésticos. O alcance pode também gerar um maior risco de asfixia devido à ingestão de pequenos objetos deixados sobre mesas de centro e demais mobiliários baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;VOCÊ SABIA?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A queda de escada com andadores infantis costumava ser a principal causa de lesões graves na cabeça de crianças menores de 2 anos no Canadá. Isso até o governo canadense banir este produto do país. Isso mesmo! Desde abril de 2004 é proibido importar, anunciar e vender andadores infantis no país.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;FONTE: http://www.hc-sc.gc.ca/sr-sr/activ/consprod/baby-bebe-eng.php&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;De que forma os andadores atrapalham o desenvolvimento motor?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Bebês são curiosos por natureza e esta curiosidade é o que os motiva a se movimentar e explorar o ambiente ao redor. Ao longo do primeiro ano de vida este espírito explorador estimula o bebê a alcançar alguns dos principais marcos do desenvolvimento motor normal como se arrastar, rolar, engatinhar e finalmente andar. Como citado em uma postagem anterior, estas aquisições não se resumem apenas a postura. Ao engatinhar a criança desenvolve força nos abdominais e aprende a coordenar e transferir o peso corporal entre os membros de modo a conseguir se locomover. Ao sentar sem apoio, manipulando um brinquedo, desenvolve o equilíbrio de tronco e aperfeiçoa a bimanualidade. Existem alguns estudos que comprovam que crianças que utilizam demais o andador podem apresentar atraso no desenvolvimento motor. Embora eu não tenha encontrado nenhum modelo que explique a razão do atraso, um pequeno exercício de observação do movimento no andador pode explicar a razão deste atraso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos começar de baixo pra cima: Caso a criança seja pequena para o tamanho do andador, ela inevitavelmente irá se locomover utilizando a ponta dos pés, empurrando o chão para trás sem descarregar o peso sobre os MMII e sem experimentar o padrão de contração muscular de movimentos coordenados de joelho, tornozelo e quadril. Mesmo se o tamanho da criança for adequado, ainda assim ela vai andar com os joelhos dobrados, mais uma vez sem experimentar o padrão esperado de marcha para a idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cadeirinha na qual a criança fica sentada no andador oferece estabilidade demais. Assim a criança não precisa se incomodar em manter o equilíbrio ao manusear um objeto ou se deslocar com o andador. Além disso, enquanto ela está no andador, ela não está exercitando o rolar, o engatinhar e nem estará tentando dar os primeiros passos por conta própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente este atraso motor não é preocupante. As crianças superam isso facilmente sem maiores problemas. Porém o grande problema é quando pais de crianças com disfunção neuromotora (mielomeningocele ou encefalopatia crônica, por exemplo) decidem usar o andador para “ajudar” com a fisioterapia de seus filhos e filhas. Neste caso teremos problemas de verdade, com a criança experimentando dois padrões de movimento completamente diferentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado o/a fisioterapeuta tentando ensinar um padrão funcional de marcha enquanto do outro lado o andador reforçando um padrão inadequado, sendo que a luta fica ainda mais injusta se contabilizarmos as horas em que a criança permanece em fisioterapia e as horas que ela passa com o andador em casa.&lt;br /&gt;E agora, o que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem galera, como pai sei muito bem que às vezes é um saco ficar tomando conta de crianças pequenas (e maiores também), mas não tem jeito. Se você quer zelar pela segurança então o negócio é investir em medidas de segurança, como protetores de tomada, portões pequenos para impedir o acesso a cozinha e escada, além de ficar de olho nos pequeninos. Se você quer estimular o desenvolvimento motor, não precisa comprar brinquedos caríssimos, basta passar mais tempo brincando com a criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu Galera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://fisioterapiahumberto.blogspot.com/2011/09/andador-de-bebes-alem-de-atrasar-o.html"&gt;Humberto - O Guia do Fisioterapeuta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-1804551931507599655?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/1804551931507599655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/andador-de-bebes-alem-de-atrasar-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1804551931507599655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1804551931507599655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/andador-de-bebes-alem-de-atrasar-o.html' title='Andador de Bebês, além de atrasar o desenvolvimento motor podem ser um risco para crianças'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-X6EfCND6Oz4/Tm0aT_2ScnI/AAAAAAAACV8/vOcw4wrugME/s72-c/andador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-471069019036230504</id><published>2011-12-02T05:19:00.001-08:00</published><updated>2011-12-02T05:20:44.811-08:00</updated><title type='text'>Atividade Física: benefícios ou prejuízos?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Aceitar que a atividade física apresenta benefícios e riscos ajuda você chegar mais próximo dos grandes benefícios de uma atividade. Eu gostaria de dizer três coisas importantes e necessárias que nem todos dizem para você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito claro que a atividade física apresenta efeitos positivos para prevenir complicações musculares e articulares por vários motivos. Por exemplo, os movimentos permitem com que os músculos façam o que ”gostam”, ou seja, contrair e relaxar. Quando isso acontece, os músculos dão um presente para suas articulações: quando são comprimidas aumentam sua resistência e quando são descomprimidas aumentam os espaços entre ossos para facilitar toda a sua nutrição. Os músculos tornam-se mais resistentes à medida que contraem e relaxam regularmente. É dessa forma que adquirimos e mantemos nossa mobilidade; somos capazes de realizar as atividades sem grandes problemas e estar preparados para os imprevistos do dia a dia e da tendência degenerativa do envelhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade física leva nosso organismo a produzir, liberar e conduzir uma cascata de substâncias que atingem todo o corpo por intermédio dos vasos sanguíneos e nervos. Algumas dessas substâncias apresentam papéis importantes em promoverem bem-estar, retardar o envelhecimento e diminuir dor. Por isso os profissionais da saúde indicam a atividade física como parte integrante da rotina das pessoas, apesar de muitas vezes eles próprios não praticarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atividade física como benefício&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idosos que praticam modalidades esportivas ou algum tipo de atividade física tendem a ter índices de ansiedade e depressão bem menores do que os sedentários. Pessoas que sofrem com insônia podem dormir melhor quando realizam atividade física e os efeitos negativos relacionados à perda de sono são reduzidos. Pessoas hipertensas e diabéticas encontram na atividade física uma maneira incontestável tanto preventiva quanto terapeuticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa que está acima do peso vai ao médico com dor no joelho, recebe como orientação perder peso para reduzir a sobrecarga na sua articulação e aliviar a dor. Uma pessoa com dor no corpo inteiro que recebe o diagnóstico de fibromialgia, é estimulada pelos profissionais de saúde a fazer exercícios para ajudá-la no controle de suas dores. Um homem que trabalha o dia inteiro sentado em frente ao computador e apresenta dor no ombro é rapidamente orientado pelos colegas e profissionais de saúde a sair do sedentarismo e se matricular numa academia. Uma pessoa com dor crônica é orientada a fazer exercícios de baixo impacto e dessa forma produzir mais substancias que reduzem a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atividade física como prejuízo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto tenho visto freqüentemente pessoas no meu consultório procurando a atividade física por orientações médicas e outras com dor por causa da própria atividade física. Imagine a pessoa com dor no joelho fazendo a atividade exatamente igual à de outra pessoa que não apresenta dor. Você não acha um pouco incongruente uma pessoa obesa com dor no joelho fazer caminhada para emagrecer sendo que a caminhada pode sobrecarregar mais ainda seu joelho? É muito freqüente ver uma pessoa com fibromialgia sentir mais dores após realizar atividade física, mesmos sob orientação. Eu conheço muitas pessoas que estão sedentárias há muito tempo e tentaram reiniciar alguma atividade física, mas desistiram porque sentiram muitas dores. Também é freqüente a pessoa realizar atividade física, não sentir dor, mas sentir dor em outro momento do dia fruto dos exercícios que foram realizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dicas ao fazer atividade física&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gostaria de dizer três coisas importantes e necessárias que nem todos dizem isso para você:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que a maioria das pessoas e profissionais da saúde se esquece é que a maneira (pequenos detalhes) de realizar o exercício pode determinar o efeito positivo ou negativo da atividade. O exercício pode variar quanto à freqüência ou repetições, intensidade ou carga, regularidade, posicionamento do corpo para executar o exercício, duração da prática e o nível de atenção direcionada à atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você não precisa carregar “Y” de peso e nem caminhar “X” minutos para ficar saudável. Não acredite 100% no que você ouve ou lê. Acompanhe meu raciocínio: As pesquisas dizem que as pessoas conseguem ganhar condicionamento físico se caminharem 30 minutos todos os dias. Ora, para uma pessoa que não consegue caminhar nem 10 minutos por conta de uma dor na coluna, você acha que essa informação é válida para ela? Se ela caminhar 10 minutos pode ser muito melhor do que caminhar 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aquilo que você sente deve ser dito para o profissional. Mesmo com uma dor é possível encontrar uma maneira de se exercitar e colher os frutos dessa atividade porque o exercício pode variar de muitas formas. E existe a melhor maneira de VOCÊ se exercitar NESSE MOMENTO. Talvez hoje seja de uma forma e amanhã de outra. Continuar fazendo da mesma forma atividade que gera dor é um problema. Fique atento porque atividade pode não gerar dor durante, mas pode piorar a dor depois em outras atividades. Deve haver um estudo detalhado prévio antes de desistir de uma atividade ou de continuar fazendo a atividade que mantém uma dor. Um profissional de saúde qualificado pode ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitar que a atividade física apresenta benefícios e riscos ajuda você chegar mais próximo dos grandes benefícios de uma atividade. Lembre-se que profissionais qualificados podem ajudar a reduzir os riscos da atividade e você pode fazer sua parte procurando entender a relação entre risco e benefício de cada exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/76/atividade-fisica-beneficios-ou-prejuizos"&gt;Rodrigo Rizzo - Portal Mapa da Dor&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-471069019036230504?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/471069019036230504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/atividade-fisica-beneficios-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/471069019036230504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/471069019036230504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/12/atividade-fisica-beneficios-ou.html' title='Atividade Física: benefícios ou prejuízos?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-5299142131584354299</id><published>2011-11-30T07:21:00.001-08:00</published><updated>2011-11-30T07:23:08.985-08:00</updated><title type='text'>Qual é o VALOR do seu atendimento?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;No ultimo final de semana, durante um curso, teve uma otima discussão sobre essa questão de quanto se cobrar pelo seu atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.centraldeinformacoes.tol3.net/wp-content/uploads/2011/03/salario-minimo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="291" src="http://www.centraldeinformacoes.tol3.net/wp-content/uploads/2011/03/salario-minimo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quando os seus pacientes perguntam isso para você, a primeira coisa que vem a sua cabeça é? PREÇO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensando em preço é necessário que você saiba todos os seus custos, como aluguel, luz, telefone, funcionários, material, enfim, todos os custos fixos e variáves parra saber quanto deve ser o mínimo da sua consulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivermos como exemplo que 1 hora do seu atendimento custe para você R$ 20,00, qual será o VALOR que será cobrado ao seu paciente? Acho que estamos entrando no assunto que mais afeta a imagem do profissional de fisioterapia, a desvalorização profissional!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando precificamos o nosso serviço precisamos incluir nisso a valorização do profissional, quanto que você gastou em cursos para aperfeiçoar ainda mais seu atendimento, quanto que foi investido no espaço físico que você atende para oferecer um ambiente de qualidade ao seu cliente, quanto vale o cliente ser atendido na hora marcada, sem atrasos? São alguns pequenos itens que chamamos de intangíveis, ou seja, o seu paciente não consegue por a mão nisso, mas ele tem que perceber isso. E um cliente satisfeito, bem atendido é seu melhor marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fisioterapeuta precisa saber mostrar ao seu paciente que a sua consulta tem VALOR, que cada centavo que ele te paga vale a pena. Ou seja, preço é bem diferente de valor certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo as duas perguntas para vocês pensarem: Qual o preço da sua consulta? Qual o VALOR da sua consulta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/2011/11/qual-e-o-valor-do-seu-atendimento.html"&gt;por Fabricia Costa - Blog Gestão em Fisioterapia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-5299142131584354299?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/5299142131584354299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/qual-e-o-valor-do-seu-atendimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5299142131584354299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/5299142131584354299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/qual-e-o-valor-do-seu-atendimento.html' title='Qual é o VALOR do seu atendimento?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-6886990120467654804</id><published>2011-11-29T04:03:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T04:06:19.291-08:00</updated><title type='text'>Pilates ajuda a melhorar o desempenho</title><content type='html'>Método fortalece a musculatura, ajuda a evitar lesões e no aumento da circulação sanguínea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.thefinisher.com.br/upload/news/104662641-20111125-143459.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.thefinisher.com.br/upload/news/104662641-20111125-143459.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Durante uma corrida, os atletas sofrem grande sobrecarga, principalmente nos membros inferiores e na coluna. O impacto do contato do pé com solo durante a troca da passada provoca microlesões nas articulações do tornozelo, joelho, quadril e na própria coluna vertebral. Essas microlesões ocorrem todo o tempo, em qualquer atividade física, e variam de região conforme o exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há diversas formas de aperfeiçoar a corrida e prevenir lesões, e uma delas é o Método Pilates. Segundo a Associação Brasileira de Pilates (ABP) o exercício traz benefícios para o corpo de forma geral, sem concentrar o desenvolvimento de algumas partes do corpo e de outras não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível a realização de um trabalho mais específico e personalizado para um atleta com o Pilates mantendo seus princípios básicos: centro de força, concentração, controle, precisão dos movimentos, respiração e fluidez de movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No método Pilates, determinados exercícios, principalmente os feitos em aparelhos, são especialmente eficazes para identificar, organizar, equilibrar os desvios mais frequentes. Podemos apresentar diversas variações no alinhamento corporal, provocadas por posturas inadequadas, desequilíbrios musculares ou acidentes ao longo da vida.&lt;br /&gt;Para os corredores, o Pilates tem diversos benefícios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fortalece a musculatura sem grande aumento de massa, mantendo a leveza, tonificando a musculatura menos utilizada na corrida e prevenindo lesões devido aos desajustes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ganho de flexibilidade, diminuindo os índices de lesões como estiramentos e ruptura. Melhora a circulação sanguínea e sensação de relaxamento muscular, mesmo durante a corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trabalhos específicos de alinhamento corporal, equilíbrio e controle motor. Recrutamento de fibras musculares, criando resistência para os tipos de contração muscular isotônica excêntrica (controle de retorno do tamanho da fibra muscular), isométrica (contração muscular sem encurtamento do ventre muscular) e isotônica concêntrica (encurtamento do ventre muscular).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desenvolve a força dos músculos do núcleo do corpo (profundo das costas, abdome e assoalho pélvico, ajudando no suporte do tronco. &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aumento da concentração, redução da ansiedade e melhora na qualidade da respiração influenciando diretamente no rendimento do atleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.thefinisher.com.br/news/materia/-Pilates-ajuda-a-melhorar-o-desempenho#.TtTJm7JFuso"&gt;Fonte: Portal Revista The Finisher&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-6886990120467654804?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/6886990120467654804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/pilates-ajuda-melhorar-o-desempenho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6886990120467654804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6886990120467654804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/pilates-ajuda-melhorar-o-desempenho.html' title='Pilates ajuda a melhorar o desempenho'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-8242197303905465077</id><published>2011-11-28T08:16:00.001-08:00</published><updated>2011-11-28T08:16:54.926-08:00</updated><title type='text'>Aspectos jurídicos (2) - Responsabilidade Civil na Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Conforme falamos no primeiro post sobre questões jurídicas (&lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/2011/06/aspectos-juridicos-na-fisioterapia-1.html"&gt;http://gestaoemfisio.blogspot.com/2011/06/aspectos-juridicos-na-fisioterapia-1.html&lt;/a&gt;), a responsabilidade do profissional de saúde é subjetiva (quando pessoa física), definida pelo art. 951 do Código Civil e pelo art 14 do Código de Defesa do Consumidor, o qual determina que "a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa". Sendo assim, nós profissionais prestadores de serviço de saúde, responderemos judicialmente pelo dano que causarmos, desde que fique comprovada a nossa culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante ter a classificação como subjetiva, há ainda uma outra divisão que norteia os profissionais de saúde, que são as OBRIGAÇÕES DE MEIO E DE RESULTADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas obrigações de resultado, o profissional se compromete em dar um resultado útil em favor do seu cliente. Não ocorrendo tal resultado esperado, opera-se a responsabilidade, cabendo ao profissional comprovar a ausência de culpa e assim não ter o dever de reparar. Isso cabe aqui ao cirurgião plástico, por exemplo, que se compromete em dar um determinado resultado e não consegue. Se for processado pelo seu cliente, judicialmente ele já é considerado culpado e terá que provar o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas obrigações de meio, o profissional se compromete a empenhar seus melhores esforços (habilidade, tecnica, prudência) com o objetivo de dar um resultado ao seu paciente, porém a obtenção disso escapa ao seu compromisso. É aqui que entra o FISIOTERAPEUTA! Ao iniciar um tratamento com seu paciente você deve deixar bem claro todas as etapas do processo de recuperação, o que você irá empregar de técnica, fazendo tudo da melhor forma possível para alcançar o melhor resultado na recuperação dele. Na hipótese do seu cliente se sentir lesado, insatisfeito, ele deverá apresentar que houve CULPA na conduta do profissional, seja esta por imprudência, imperíca ou negligência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um tema meio "obscuro" para nós, profissionais de saúde em geral, mas é de FUNDAMENTAL importância para evitar surpresas desagradáveis durante sua vida profissional!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/2011/11/aspectos-juridicos-2-responsabilidade.html"&gt;Por: por Fabricia Costa - Gestão em Fisioterapia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-8242197303905465077?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/8242197303905465077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/aspectos-juridicos-2-responsabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8242197303905465077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8242197303905465077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/aspectos-juridicos-2-responsabilidade.html' title='Aspectos jurídicos (2) - Responsabilidade Civil na Fisioterapia'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-8678879308088853826</id><published>2011-11-24T13:01:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T13:06:46.917-08:00</updated><title type='text'>Sonhar ajuda a reduzir memórias dolorosas, diz pesquisa</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small; font-weight: normal;"&gt;&lt;i&gt;Durante a fase REM do sono, o cérebro consegue processar melhor as lembranças e memórias do dia&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/44740/sono-pesadelo-parkinson-20110801-size-598.jpg?1312217943" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/44740/sono-pesadelo-parkinson-20110801-size-598.jpg?1312217943" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;A fase do sono onde acontecem os sonhos, conhecida como REM (movimento rápido dos olhos, sigla em inglês), é importante para que o cérebro consiga controlar as memórias dolorosas. Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, é nesse momento do sono que uma mudança química no cérebro o ajuda a amenizar nossa sensação em relação às memórias dolorosas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;O estudo foi publicado no periódico Current Biology. "O estágio do sonho no sono, que possui um composição neuroquímica específica, fornece uma terapia noturna", diz Matthew Walker, autor sênior do estudo.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;&lt;i&gt;"Sabemos que durante o sono REM há uma redução acentuada nos níveis de norepinefrina, uma substância química do cérebro associada ao stress", diz Walker. "Ao reprocessar experiências emocionais anteriores nesse ambiente químico cerebral com baixa norepinefrina durante o sono REM, essas experiências são atenuadas em sua força emocional. Nos sentimos melhor, sentimos que podemos lidar com essas emoções."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;A descoberta oferece também uma explicação do por que pessoas com transtorno de stress pós-traumático (TEPT), como os veteranos de guerra, têm dificuldades em se recuperar das experiências. Segundo o estudo, esses pacientes não se beneficiam da terapia, mantendo um alto nível de stress durante o flashback, gerando um pesadelos recorrentes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; line-height: 18px;"&gt;Pesquisa&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt; — Os 35 adultos jovens que participaram do estudo foram divididos em dois grupos. Todos viram 150 imagens emocionais duas vezes, com um intervalo de 12 horas entre elas, e passaram por exames de ressonância magnética. Um grupo viu as imagens pela manhã e novamente no fim da tarde, ficando acordado no intervalo. O outro grupo viu as imagens no fim da tarde e novamente na manhã seguinte, depois de uma noite completa de sono.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;Aqueles que dormiram entre a observação das imagens relataram uma redução significativa nas reações emocionais às imagens. Além disso, os exames de ressonância magnética mostraram uma redução dramática na reatividade da amígdala — região do cérebro que processa emoções, permitindo que o córtex pré-frontal (região "racional" do cérebro) recupere o controle das reações emocionais dos participantes.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;Medicamento —De acordo com Walker, ele já havia sido avisado dos possíveis efeitos do sono REM em pacientes com TEPT, quando um médico de um hospital de ex-combatentes nos Estados Unidos o avisou de que uma droga usada para o controle da pressão sanguínea estava, inadvertidamente, prevenindo a recorrência de pesadelos do militares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;A melhora aconteceu porque a droga tem um efeito colateral que suprime a norepinefrina no cérebro, criando, assim, um cérebro mais livre de stress durante o REM, o que reduz os pesadelos e promove uma melhor qualidade de sono. "Isso sugere uma relação entre o TEPT e o sono REM", diz Walker.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: small; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f;"&gt;Saiba mais:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;FASES DO SONO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Estágio 1:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt; A fase da sonolência, na qual aparecem as primeiras sensações de sono. Tem duração de um a dois minutos e a pessoa pode ser facilmente despertada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 18px;"&gt;Estágio 2: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;A atividade cardíaca é reduzida, os músculos relaxam e a temperatura corpórea cai. Dura, em média, de cinco a 15 minutos. A pessoa está dormindo, mas já é mais difícil acordá-la.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 18px;"&gt;Estágio 3:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt; Distingue-se do estágio 4 apenas quanto ao nível da profundidade do sono, que é menor. Os estímulos para acordar são maiores.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 18px;"&gt;Estágio 4: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;Fase do sono mais profunda, dura cerca de 40 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 18px;"&gt;Fase REM: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;Momento onde há uma intensa atividade cerebral – não causa um descanso profundo. Nessa fase os olhos fazem movimentos rápidos e os sonhos costumam acontecer com mais intensidade. A fase representa de 20% a 25% das horas de sono e surge em intervalos de 60 a 90 minutos. É essencial para a saúde psicológica.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small; font-weight: normal; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/sonhar-ajuda-a-reduzir-memorias-dolorosas-diz-pesquisa"&gt;Revista Veja - Saúde&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-8678879308088853826?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/8678879308088853826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/sonhar-ajuda-reduzir-memorias-dolorosas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8678879308088853826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/8678879308088853826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/sonhar-ajuda-reduzir-memorias-dolorosas.html' title='Sonhar ajuda a reduzir memórias dolorosas, diz pesquisa'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-1686911614352215783</id><published>2011-11-22T08:30:00.001-08:00</published><updated>2011-11-22T08:32:04.258-08:00</updated><title type='text'>Corrida na terceira idade</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Veja como a atividade física pode ser benéfica e adequada para quem já passou dos 60 anos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;Com o aumento dos participantes da melhor idade (terceira idade) em provas de 5Km, 10Km e maratonas, além de outras atividades esportivas, é importante algumas considerações sobre a fisiologia dessas pessoas, que certamente estão cada vez mais saudáveis por estarem praticando esportes.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;A população idosa vem aumentando consideravelmente e a atividade física regular associada ao envelhecimento surge como um importante meio de prevenção de lesões, e promoção de saúde para esta população.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;À medida que os anos passam, tendemos a ir alterando nossos hábitos de vida e rotinas diárias por atividades e formas de ocupação pouco ativas. Os efeitos dessa redução da atividade são muito sérios. Entretanto, com a atividade física regular, pode-se amenizar a velocidade com que as modificações naturais surgem.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;Está comprovado que quanto mais ativa é uma pessoa, menos limitações físicas ela tem. Dentre os inúmeros benefícios que a prática de exercícios físicos promove, um dos principais é a proteção da capacidade para a realização das atividades do cotidiano ou atividades da vida diária, além de:&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Prevenir o desenvolvimento de diabetes.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Redução dos níveis de triglicérides.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Redução do percentual de gordura corporal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Redução das alterações cardiovasculares e pulmonares.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Redução dos riscos de trombose.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Aumento na capacidade física, elasticidade e equilíbrio, coordenação motora e conscientização corporal diminuindo o risco de quedas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Auxilio na prevenção e no tratamento da osteoporose.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Diminuição de dores articulares&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Melhora na imunidade, que pode diminuir a incidência de infecções.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Efeitos benéficos sobre a pressão arterial sistêmica.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Redução do risco de doença coronariana e morte.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Atividade física facilita a interrupção do tabagismo&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Prevenir o ganho de peso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Prevenção ou retardo do declínio cognitivo.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Maior independência para realização de atividades diárias;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Melhora da auto-estima e da autoconfiança;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Reduz problemas psicológicos, como ansiedade e depressão&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;• Significativa melhora da qualidade de vida.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;O tipo de exercício físico mais recomendado para pessoas acima de 60 anos no passado era o aeróbio, pelos seus efeitos no sistema cardiovascular e benefícios psicológicos. Este tipo exercício, juntamente ao alongamento, ainda se mantém entre os mais indicados e procurados nesta faixa etária enquanto exercícios de força entram em declínio. Entretanto, é necessário destacar a importância dos exercícios de força para a manutenção da força muscular, do equilíbrio, agilidade e capacidade funcional.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;A prática regular da atividade física apresenta inúmeros benefícios, porém, alguns riscos devem ser considerados, sendo a avaliação clínica, levando em consideração as alterações próprias da idade, fundamental para que os benefícios sejam maximizados e os possíveis riscos minimizados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;Qualquer indivíduo que apresente qualquer alteração de pressão arterial ou função cardiorrespiratória necessariamente precisa se submeter a um exame médico geral antes de iniciar qualquer programa de atividade física. Recomenda-se também uma avaliação cinética-funcional completa dando-se maior destaque para a força muscular, equilíbrio, postura, condições articulares, avaliação da capacidade aeróbica, além de aspectos nutricionais e nível de hidratação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;Um programa de exercícios deve constar de aquecimento, alongamento, atividades aeróbicas e período de recuperação. O primeiro e o último períodos devem ter duração média de 20 minutos já que a pressão arterial e o nível de respiração retornam à níveis estáveis lentamente. Lembrando que a atividade deve se iniciar com esforço mínimo e progredi de forma lenta. Usar o material esportivo adequado a atividade escolhida também é muito importante. Calçados e roupas inadequados podem prejudicar a performance. Não esqueça de se hidratar e usar protetor solar.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;A escolha da atividade é feita individualmente, levando-se em conta a preferência pessoal, pois não adianta fazer uma atividade que não se sinta bem praticando; a aptidão necessária, já que algumas atividades dependem de habilidades específicas e o risco associado à atividade, visto que alguns exercícios podem associar-se a alguns tipos de lesão, em determinados indivíduos que já são predispostos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;É importante que você que tem mais de 60 anos se conscientize de que a atividade física é muito importante para seu cotidiano, pois colabora com sua saúde, agindo sobre o envelhecimento, e evitando muitas vezes a sua limitação funcional.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;O envelhecimento para muitos é visto como o fim da vida, em que a pessoa idosa não tem mais condições de realizar com firmeza as tarefas que sempre executou, mas, pelo contrário, os idosos ainda têm muita vontade de viver, só lhes falta a oportunidade para isso, e através da atividade física essas pessoas podem mostrar ainda que são capazes de muito mais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial, tahoma, verdana; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="http://o2porminuto.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp?idMateria=5150&amp;amp;idCanal=4&amp;amp;stCanal=Medicina%20do%20esporte"&gt;* Por Evaldo Bósio Filho - Portal O2 por minuto&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-1686911614352215783?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/1686911614352215783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/corrida-na-terceira-idade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1686911614352215783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1686911614352215783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/corrida-na-terceira-idade.html' title='Corrida na terceira idade'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-6077570287818275009</id><published>2011-11-21T08:43:00.001-08:00</published><updated>2011-11-21T08:58:34.717-08:00</updated><title type='text'>A História da fisioterapia, um breve relato por Shirley Sahrmann</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hZaeuXhGXfs/TsqBSwtPi8I/AAAAAAAAAUM/wQxV66zUh1Q/s1600/f1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-hZaeuXhGXfs/TsqBSwtPi8I/AAAAAAAAAUM/wQxV66zUh1Q/s1600/f1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Oi pessoal, deixo hoje o capítulo de introdução do livro "Dianóstico e Tratamento das Síndromes de Disfunção Motora" da fisioterapeuta norte americana Shirley Sahrmann. Este breve relato histórico é particularmente interessante pelo fato dela ter dividido a fisioterapia do século XX em três etapas distintas. É bem legal para se ter uma idéia de onde vieram tantos métodos de tratamento diferentes.&lt;br /&gt;Segundo Sahrmann, a fisioterapia do século XX pode ser dividida em três fases , de acordo com seu enfoque principal,.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada uma delas predominou o tratamento de determinado sistema anatômico, devido geralmente à prevalência de determinada deficiência física, que era causada por um problema médico específico. Conceitos básicos diferentes foram criados em cada uma dessas épocas, influenciando as características da profissão assim como os métodos utilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente é uma descrição muito sucinta mas mesmo assim muito legal de se ler pra gente poder se situar no tempo e no espaço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeira fase: focalizando a disfunção dos Sistemas Osteomuscular e Neuromuscular Periférico.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xstaVi_3L7Q/TsqBd9Duq_I/AAAAAAAAAUU/2B2qoCxdKgk/s1600/f2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-xstaVi_3L7Q/TsqBd9Duq_I/AAAAAAAAAUU/2B2qoCxdKgk/s1600/f2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O primeiro período compreendia o tratamento de pacientes apresentando disfunção do Sistema Neuromuscular Periférico ou osteomuscular, disfunção esta resultante da poliomielite ou dos traumatismos de guerra (tipicamente lesões de segundo neurônio motor). O exame manual da musculatura, como meio para determinar a disfunção neurológica e muscular de forma quantitativa foi fundamental para definir o papel diagnóstico da Fisioterapia. Eram realizados testes específicos, capazes de informar ao médico na avaliação do caso: o médico formulava então seu diagnóstico e definia o grau de disfunção.&lt;br /&gt;A relação, de certa forma clara, entre a perda da função muscular e a disfunção motora, servia para orientar o tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação existente entre a destruição de unidades motoras e suas consequências, consistindo em fraqueza muscular e perda de mobilidade era nítida, porém ainda existiam controvérsias a respeito dos melhores métodos de tratamento da poliomielite, particularmente em relação à fase aguda da doença. O tratamento durante esta fase focalizava a preservação da mobilidade por meio de exercícios de alongamento e do uso de aparelhos ortopédicos. Durante a fase de recuperação, os exercícios destinados a fortalecer os músculos em recuperação ou os não afetados também constituía parte importante do tratamento. O tratamento mais eficaz compreendia determinados exercícios baseados nos resultados do exame manual da musculatura. Essas informações também eram usadas para orientar a prescrição de órteses e de outros dispositivos auxiliares. Os exercícios específicos levando em consideração cada músculo e o sentido em que atua eram elementos-chave para um bom resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segunda fase: Focalizando a disfunção do Sistema Nervoso Central&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ad5jM-MwbXw/TsqBq8rWD-I/AAAAAAAAAUc/z7WvYWvWduc/s1600/f3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ad5jM-MwbXw/TsqBq8rWD-I/AAAAAAAAAUc/z7WvYWvWduc/s1600/f3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Depois da erradicação da poliomielite, a maioria dos casos atendidos pelos fisioterapeutas passou a ser de pós AVC, TCE e TRM. As deficiências que estes pacientes apresentavam eram devidas à disfunção do SNC (mais exatamente devido a lesões do primeiro neurônio motor); por isso os métodos até então utilizados pelos fisioterapeutas já não se aplicavam a estes casos. Os métodos de alongamento e fortalecimento, até então usados no tratamento da poliomielite eram considerados inaceitáveis; pois na época acreditava-se que fossem capazes de agravar a espasticidade. O exame manual dos músculos também deixou de se considerado um indicador confiável de desempenho muscular. Na época não se conheciam os mecanismos que contribuíam para a deficiência de pacientes com disfunção neurológica. A falta de unanimidade em relação aos mecanismos responsáveis pelas paresias e o tratamento mais adequado fez com que não fossem elaboradas diretrizes específicas para o tratamento de casos decorrentes de lesão disfunção do SNC .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultou daí a adoção de esquemas terapêuticos que se baseavam nas convicções e na experiência dos terapeutas clínicos. Esta falta de normas levou a um tratamento altamente individualizado e eclético; criou-se, infelizmente, o precedente de tratamento baseado em hipóteses pouco seguras. A relação entre o diagnóstico e o tratamento também se modificou durante este período. Os diagnósticos clínicos das doenças do SNC não se acompanhavam de normas para o tratamento fisioterápico, ao contrário do que acontecia com a poliomielite, cuja fisiopatologia era relativamente bem conhecida (neste momento acabou a moleza, não bastava mais alongar o que estava encurtado e fortalecer o que estava fraco... ficou claro que em lesões do SNC o buraco é mais embaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fisioterapeutas procuraram explicar os mecanismos que contribuem para comprometer os movimentos. Porém as explicações nas quais se baseavam as hipótese clínicas relativas aos mecanismos terapêuticos eram vagas e mal interpretadas em vista da limitação do conhecimento daquela época (estamos falando da década de 1960). Infelizmente os mecanismos de controle motor ainda não eram bem conhecidos, da mesma forma que a fisiopatologia das disfunções motoras decorrentes de lesões do SNC. O que se tornou evidente neste período foi a importância essencial que a função reguladora do SNC possui para a motricidade. As deficiências motoras que acompanham a disfunção do SNC demonstram a importância deste último para os movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terceira fase: Focalizando a Disfunção Articular&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_a9r0V8nADs/TsqCHPljHMI/AAAAAAAAAUk/1DzhgDQEa3I/s1600/f4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-_a9r0V8nADs/TsqCHPljHMI/AAAAAAAAAUk/1DzhgDQEa3I/s1600/f4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Durante a década de 1980, fisioterapeutas influenciados por seus colegas da Austrália e Nova Zelândia, começaram a aplicar métodos de exame e e de tratamento que visavam diretamente a disfunção das articulações como meio de tratar a dor osteomuscular. Esses métodos exigem o exame dos movimentos articulares acessórios e observação das respostas dolorosas associadas. Trata-se de um tratamento diferente do padrão adotado até então, o qual se baseava no uso de modalidades destinadas a combater o processo inflamatório e na aplicação de exercícios para fortalecer os músculos do segmento afetado. Alguns fisioterapeutas começavam também a aplicar os métodos clínicos preconizados pelo Dr. James Cyriax para identificar os tecidos que davam origem a dor. Esses métodos implicavam mudanças do papel desempenhado pelo fisioterapeuta. Até então o médico prescrevia um tratamento baseado no diagnóstico .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos casos encaminhados aos fisioterapeutas, este era chamado para “avaliar e tratar” , sobretudo quando o problema envolvia o SNC, ao passo que recebia geralmente uma orientação médica mais detalhada para o tratamento de dor osteomuscular (isso soa familiar não é?). Foi, portanto, uma mudança significativa quando o fisioterapeuta passou a examinar as articulações, a fim de determinar a origem da dor, ao invés de aplicar modalidades terapêuticas e prescrever um esquema geral de exercícios destinados a melhorar a capacidade funcional. A avaliação da mobilidade articular acessória representou uma mudança na filosofia da profissão: o foco passou a ser a identificação das contraturas articulares e das partes moles como causas responsáveis pela dor mediante métodos paliativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fase Atual: Focalizando o Sistema Motor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zNzirKlgu2g/TsqC258NQDI/AAAAAAAAAUs/ticrwUyHInU/s1600/f5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-zNzirKlgu2g/TsqC258NQDI/AAAAAAAAAUs/ticrwUyHInU/s1600/f5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Durante a década de 1990, a grande maioria dos pacientes encaminhados para os fisioterapeutas era de casos de dor osteomuscular. Por conseguinte, o tratamento desses pacientes é importante para a profissão. O tratamento deve ser considerado incompleto e inadequado quando dirigido isolado dos problemas musculares, articulares ou neurológicos. A evolução constante da fisioterapia exige que os movimentos constituam seu foco principal. O movimento resulta do ato de um sistema fisiológico que produz a movimentação do corpo inteiro ou da partes que o compõe. Esses componentes compreendem o sistema osteomuscular, neurológico, cardiopulmonar e metabólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, o livro da fisioterapeuta Shirley Sahrmann se destaca, principalmente ao enfatizar a relação entre postura, controle motor inadequado e dor de forma cientificamente embasada. É interessante perceber como a profissão está retornando às suas origens, dando novamente ênfase aos exercícios terapêuticos, só que desta vez acompanhados de um embasamento científico robusto, como é o caso da Estabilização Segmentar Vertebral - ESV, o conceito de Kinetic Control, Pilates Clínico, além das bandagens associadas a exercícios terapêuticos criados e aperfeiçoados por pesquisadores que utilizaram eletromiografia de superfície.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-6077570287818275009?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/6077570287818275009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/historia-da-fisioterapia-um-breve.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6077570287818275009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6077570287818275009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/historia-da-fisioterapia-um-breve.html' title='A História da fisioterapia, um breve relato por Shirley Sahrmann'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-hZaeuXhGXfs/TsqBSwtPi8I/AAAAAAAAAUM/wQxV66zUh1Q/s72-c/f1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-1988364841204331829</id><published>2011-11-16T07:38:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T07:39:23.421-08:00</updated><title type='text'>Gestão em Fisio: Identificando Oportunidades</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Quantas vezes você já não pensou que estava diante de uma oportunidade incrível, uma idéia única, com poucos concorrentes, e que agora ia dar certo? Aposto que algumas vezes, afinal quem quer ter seu próprio negócio, quem quer empreender, acha que suas ideias devem ser simplesmente únicas e inovadoras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é um grande engano! As suas ideias não precisam ser tão inovadoras quanto você acha que seja necessário, elas simplesmente devem ser boas o suficiente para que possa agregar valor ao seu negócio, fazendo sua empresa crescer. As oportunidades sim, devem ser avaliadas e aproveitadas, pois geralmente são unicas e você não pode desperdiçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando identificarmos uma ideia sendo interessante devemos nos perguntar: quem são os clientes que comprarão esse serviço? Esse é um mercado em crescimento, estável ou estagnado? Quem são seus concorrentes? Caso não consiga responder essas questões com dados concretos, provavelmente estarão diante de apenas uma ideia e não uma oportunidade de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As boas oportunidades apresentam como características uma taxa de lucro de 10 a 15%, um alcanço do ponto de equilíbrio e fluxo de caixa positivo em menos de 2 anos, um investimento inicial baixo ou moderado, custos fixos e variáveis menores, equipe competente e comprometida, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você precisa é saber identificar uma necessidade do mercado e saber como atendê-la, antes que os outros façam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia é um mercado em crescimento, com avanço científico, com aumento no número de clientes, e todo mercado em crescimento começa a mostrar suas necessidades, suas falhas e vulnerabilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, até mesmo para quem já tem seu negócio montado, avaliar e identificar novas oportunidades, novos serviços, novas parcerias, é fundamental para alcançar o crescimento desejado e consequentemente o lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tudo sem deixar de calcular os riscos, pois nada é tão bonito quanto parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa que deve ser sempre presente em sua cabeça é o seguinte: ideias revolucionárias são raras, serviços únicos não existem e a concorrência, essa sim, sempre estará presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por &lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/2011/11/identificando-oportunidades.html"&gt;Fabricia Costa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-1988364841204331829?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/1988364841204331829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/gesta-em-fisio-identificando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1988364841204331829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1988364841204331829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/gesta-em-fisio-identificando.html' title='Gestão em Fisio: Identificando Oportunidades'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-7381054617821734485</id><published>2011-11-09T06:17:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T06:17:56.756-08:00</updated><title type='text'>Mitos e Lendas da Fisioterapia - Uso de luvas com água na prevenção de Úlceras de Pressão</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Olá pessoal, hoje trago o resultado de mais uma pesquisa sobre Mitos e Lendas da Fisioterapia. A lenda de hoje é sobre o uso de luvas de procedimento cheias de água na prevenção de úlceras de pressão. Infelizmente uma conduta ainda bastante popular, embora ineficaz e potencialmente danosa ao paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QYeT23ZyMHY/Tjw71jmzVzI/AAAAAAAACU8/_U8_3EnVBmU/s320/luva+com+%25C3%25A1gua.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-QYeT23ZyMHY/Tjw71jmzVzI/AAAAAAAACU8/_U8_3EnVBmU/s320/luva+com+%25C3%25A1gua.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevenção do surgimento de úlceras de pressão é um assunto exaustivamente pesquisado pela enfermagem, e isso não é à toa não. É muito melhor prevenir do que tratar uma úlcera de pressão. Isso tanto em termos de prevenção do sofrimento e morbidade quanto de custos com a ocupação de leito, insumos e o risco de infecção hospitalar. De fato, foi uma enfermeira que me alertou sobre os riscos do uso de luvas de água cheias de ar ou água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando ao assunto: Não sou só eu que digo que as luvas são contra-indicadas. O Grupo de Estudos e Pesquisa em Segurança do Paciente, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - USP disponibiliza algumas diretrizes de prevenção e tratamento que citam claramente que o uso de luvas com água, pele de carneiro sintética, pele de carneiro natural e almofadas tipo roda d’água ou ar NÃO devem ser utilizados para aliviar a pressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta recomendação é baseada no trabalho "Using water-filled gloves for pressure relief on heels" publicado no Journal of wound care em 1993. (infelizmente não tive acesso ao original, mas conto com a descrição em uma dissertação de mestrado da USP disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-07102009-145047/pt-br.php e que&lt;br /&gt;segue abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor desta pesquisa conduziu um estudo para avaliar a pressão externa exercida sobre o calcâneo quando este era apiado em duas superfícies diferentes: O próprio colchão do leito hospitalar e sobre uma Luva de látex preenchida com 260ml de água. Esta pesquisa foi feita com 40 sujeitos de um hospital geral. A pressão média na interface com o calcâneo colocado no colchão padrão hospitalar foi de 126,5mmHg e na luva d´água foi de (pasmem!) 144,6mmHg , o que representa um aumento médio de pressão de 12, 5%. Concluindo: a luva d´água não só não cumpre o papel de alívio como aumenta a pressão sobre a região apoiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Williams, C. Using water-filled gloves for pressure relief on heels. Journal of wound care. London, v.2, p.345-8, 1993)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, Senhoras e Senhores, o Mito do uso de Luvas com água na prevenção de úlceras de decúbito está Detonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Humberto - Blog O Guia do Fisioterapeuta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-7381054617821734485?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/7381054617821734485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/mitos-e-lendas-da-fisioterapia-uso-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/7381054617821734485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/7381054617821734485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/mitos-e-lendas-da-fisioterapia-uso-de.html' title='Mitos e Lendas da Fisioterapia - Uso de luvas com água na prevenção de Úlceras de Pressão'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-QYeT23ZyMHY/Tjw71jmzVzI/AAAAAAAACU8/_U8_3EnVBmU/s72-c/luva+com+%25C3%25A1gua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-4811227205550371160</id><published>2011-11-08T08:08:00.000-08:00</published><updated>2011-11-08T08:08:35.540-08:00</updated><title type='text'>A mecânica das articulações é como um empilhamento de pedras</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://mapadador.com.br/files/uploads/2011/08/20/balancing-stones-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://mapadador.com.br/files/uploads/2011/08/20/balancing-stones-1.jpg" width="209" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sabemos que os músculos quando contraem por muito tempo gastam muita energia, liberam ácido lático e criam tensões, podendo gerar nódulos de tensão (pontos gatilhos), fadiga e falta de coordenação para movimentar e estabilizar as articulações. Quando isso acontece significa que a pessoa está percorrendo a “rodovia da sobrecarga” indo em direção a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A arte de empilhar pedras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Estava caminhando perto de uma praia em um final da tarde e encontrei um mexicano empilhando pedras. Achei que ele era louco porque estava ajustando a pontinha de uma pedra grande sobre a pontinha de outra pequena. Pensei que ele nunca iria conseguir fazer isso quando de repente, as pedras foram equilibradas de forma impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele dia estava ventando muito e mesmo assim as pedras mantiveram-se em equilíbrio. Depois desse dia comecei a adotar e praticar a “arte de empilhas pedras”. Cada pedra é diferente da outra. Por isso se alguém quiser equilibrar pedras, o segredo de conseguir isso não é usando a razão. Equilibrar as pedras só é possível quando a razão cessa, abrindo espaço para a “tentativa e erro”. Somente sentindo o melhor ajuste para cada pedra é possível determinar o melhor posicionamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez que faço isso, novos insights aparecem para mim. E vou compartilhar com vocês um dos meus insights com as pedras. O sistema constituído pelas nossas articulações pode ser comparado com esse empilhamento de pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;As articulações são como as pedras empilhadas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cada pedra está ligada a outra, no entanto a modificação de uma delas afeta o equilíbrio de todas as outras. Um grau de modificação em uma delas faz todas desabarem no chão. Nossas articulações também estão empilhadas uma sobre as outras. Agora, porque a modificação de uma delas não leva o desabamento do corpo inteiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque temos nervos que respondem as micro-modificações e músculos que se contraem para controlar qualquer movimento. &amp;nbsp;Sabemos que os músculos quando contraem por muito tempo gastam muita energia, liberam ácido lático e criam tensões, podendo gerar nódulos de tensão (pontos gatilhos), fadiga e falta de coordenação para movimentar e estabilizar as articulações. Quando isso acontece significa que a pessoa está percorrendo a “rodovia da sobrecarga” indo em direção a dor. Se a pessoa já sente dor, a tendência é ficar perdido como eu fiquei, na “cidade da manutenção da dor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pedras empilhadas não precisam de músculos para permanecer paradas, e assim não gastam energia porque aproveitam o seu posicionamento ótimo. Qual seria a sensação dessas pedras empilhadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode sentir isso quando você estiver sentado em frente ao computador, lendo um livro ou qualquer outra posição que você deva permanece estático por mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sinta suas pedras empilhadas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Faça um teste, sente na beirada da cadeira. Primeiro ponto importante para desfrutar dessa experiência é sentar em uma cadeira com os joelhos abaixo da linha do seu quadril e as solas dos pés completamente no chão. Para isso adéqüe a altura da cadeira se necessário. Coloque algum apoio embaixo das solas dos seus pés quando necessário. Role sua bacia e sinta dois ossos, um de cada lado, rolando sobre o assento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto estiver rolando a bacia, sinta todo o seu corpo. Note os apoios dos seus pés, sua coluna, seus ombros e sua cabeça. Agora pare em um extremo do movimento, sinta as tensões e posições de todas as outras partes que você observou anteriormente. Vá para o outro extremo e sinta o mesmo. Provavelmente os extremos criam tensão demasiada, então enquanto você rola a bacia, note qual seria a posição em que você sente todos os seus ossos empilhados como as pedras. Uma posição que você sente uma necessidade mínima de contração dos músculos. Com a prática sua sensibilidade e percepção vão sendo refinadas e você poderá encontra posições das “pedras empilhadas” com mais freqüência e com facilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/11/a-mecanica-das-articulacoes-e-como-um-empilhamento-de-pedras"&gt;Rodrigo Rizzo - Mapa da Dor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-4811227205550371160?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/4811227205550371160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/mecanica-das-articulacoes-e-como-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4811227205550371160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4811227205550371160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/mecanica-das-articulacoes-e-como-um.html' title='A mecânica das articulações é como um empilhamento de pedras'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-1582843700212041750</id><published>2011-11-07T05:13:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T05:13:28.644-08:00</updated><title type='text'>Profisio Esportiva</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Agora durante o V Congresso Brasileiro da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE) em Maceió será lançado o programa de Educação Continuado chamado PROFISIO - Programa de Atualização em Fisioterapia Esportiva e Traumato-Ortopédica da Editora Artmed em parceria com a SONAFE, &amp;nbsp;o programa consta de 4 livros anuais escritos por vários especialistas nos mais diversos assuntos relacionados a Fisioterapia Esportiva e Ortopédica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final de cada capítulo existe uma lista de perguntas e respostas para &amp;nbsp;maior assimilação do conteúdo, o inscrito conta ainda com direito a consultar todo conteúdo e-learning (internet) do Grupo A, onde estão todos o banco dos demais PRO (medicina, odonto e enfermagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5tTGMBu3Llw/TrfZP54tlLI/AAAAAAAAAUA/u7t73ICJTIs/s1600/%2521cid_image001_jpg%254001CC9C73.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-5tTGMBu3Llw/TrfZP54tlLI/AAAAAAAAAUA/u7t73ICJTIs/s1600/%2521cid_image001_jpg%254001CC9C73.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-1582843700212041750?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/1582843700212041750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/profisio-esportiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1582843700212041750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1582843700212041750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/profisio-esportiva.html' title='Profisio Esportiva'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5tTGMBu3Llw/TrfZP54tlLI/AAAAAAAAAUA/u7t73ICJTIs/s72-c/%2521cid_image001_jpg%254001CC9C73.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-3197500434081555705</id><published>2011-11-03T07:31:00.000-07:00</published><updated>2011-11-03T07:31:54.333-07:00</updated><title type='text'>PILATES AJUDA A COMBATER A FIBROMIALGIA E A OSTEOPOROSE</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 14px;"&gt;&lt;i&gt;A fibromialgia e a osteoporose são mais comuns em mulheres&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 14px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-size: 12px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://suadieta.uol.com.br/Content/Img/IUOTRJ.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://suadieta.uol.com.br/Content/Img/IUOTRJ.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;Pilates. Esta novidade que chegou ao Brasil, no início dos anos 90, continua sendo sucesso e sinônimo de equilíbrio e bem-estar. Este exercício que trabalha a respiração, a postura, o equilíbrio, a flexibilidade, além do fortalecimento muscular e controle motor, pode ser fundamental no auxílio ao tratamento de duas doenças: a fibromialgia e a osteoporose.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;Para quem não conhece muito bem, essas doenças atingem mais mulheres que homens. A fibromialgia é uma síndrome complexa que se caracteriza principalmente pela existência de dores generalizadas em todo o corpo, cansaço extremo, perturbações no sono e alterações emocionais. Ela afeta, em sua maioria, mulheres que estão entre os 30 e 60 anos. Já a osteoporose é caracterizada por uma redução silenciosa da massa óssea e aumento do risco de fraturas. As mulheres são mais susceptíveis em função da menopausa e do sedentarismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;De acordo com a fisioterapeuta Andréa Regina de Oliveira, da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), o Pilates pode contribuir para a melhoria dos sintomas da fibromialgia. Ela explica que a prática do exercício, associada à respiração, promove o alívio da dor pela redução da tensão muscular, do aumento da flexibilidade, da melhora da postura, da coordenação motora e da força muscular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;“A técnica promove a liberação de hormônios e neurotransmissores, que auxiliam na redução da ansiedade, promoção da sensação de bem estar e ganho na qualidade do sono”, completa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;Ainda segundo a fisioterapeuta, na osteoporose a prática do Pilates melhora o equilíbrio, a coordenação motora, a capacidade do indivíduo de reconhecer a localização espacial do corpo e concentração para realizar atividades da vida diária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;“É uma importante ajuda para reduzir o risco de queda, além de auxiliar no aumento da densidade mineral óssea, devido ao trabalho de fortalecimento muscular”, disse Andréa Regina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="http://suadieta.uol.com.br/Materias/1398/saude/pilates-ajuda-a-combater-a-fibromialgia-e-a-osteoporose"&gt;Fonte: Portal Sua Dieta&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-3197500434081555705?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/3197500434081555705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/pilates-ajuda-combater-fibromialgia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/3197500434081555705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/3197500434081555705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/pilates-ajuda-combater-fibromialgia-e.html' title='PILATES AJUDA A COMBATER A FIBROMIALGIA E A OSTEOPOROSE'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-4708624216101695787</id><published>2011-11-01T05:46:00.000-07:00</published><updated>2011-11-01T05:46:14.953-07:00</updated><title type='text'>Quais são os três grandes objetivos da terapia em pessoas com dor crônica?</title><content type='html'>&lt;i&gt;O mais óbvio de todos é diminuir ou eliminar a sensação de dor. O segundo objetivo, não é tão evidente como o primeiro, nem para o cliente e nem para os terapeutas. Refere-se...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem três principais objetivos que uma pessoa com dor persistente busca em um processo terapêutico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O mais óbvio de todos é diminuir ou eliminar a sensação de dor. Sabe-se que os aparelhos utilizados na fisioterapia têm seus efeitos muito reduzidos na maioria dos casos de dores crônicas. As técnicas de terapia manual, reeducação dos movimentos e posturas apresentam melhores resultados para reduzir e eliminar a sensação de dor. Já hipnoterapia pode utilizar técnicas de analgesia e alteração das submodalidades sensoriais relacionadas à dor (como símbolos, temperatura, cor, forma, por exemplo...). No entanto isso ainda parece ser insuficiente na maioria das pessoas com dor crônica porque os outros dois grandes objetivos não foram ainda atendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segundo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O segundo objetivo, não é tão evidente como o primeiro, nem para o cliente e nem para os terapeutas. Refere-se em reduzir o sofrimento causado pela dor. Uma pessoa que já passou por vários profissionais tende estar frustrada; a pessoa com dor crônica sente-se incapaz de lidar com a dor; é comum encontrar pessoas que apresentam dúvidas e preocupações sobre o quê exatamente está acontecendo com ela; o medo gera ainda mais desconforto; o sono e suas relações sociais e profissionais estão sendo prejudicadas cada vez mais. Esses e muitos outros aspectos geram sofrimento e o sofrimento aumenta a intensidade da dor e leva à incapacidade cada vez maior. Para isso outras estratégias terapêuticas devem ser utilizadas por todos os profissionais de saúde que lidam com pessoas com dor crônica. Sejam eles fisioterapeutas, psicólogos, hipnoterapeutas médicos, enfermeiros entre outros. Estratégias destinadas a eliminar qualquer interferência relacionada às crenças, atitudes e motivações que possam impedir a melhora da pessoa. Estratégias que “ascendem” os recursos (os pontos fortes) da pessoa com dor crônica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terceiro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O terceiro objetivo do cliente é reduzir a incapacidade que a dor vem causando na sua vida. Algumas pessoas não conseguem mais realizar atividades rotineiras e simples como agachar, outras apresentam dificuldades de dormir, por exemplo. Muitas não podem mais fazer o que lhe davam prazer e tem dificuldades de fazer suas necessidades profissionais e familiares. Estratégias de alivio da sensação de dor podem facilitar a execução de atividades que antes eram limitadas pela dor. No entanto é possível facilitar a execução das atividades sem ao menos interferir na intensidade de uma dor. Como? Imagine que uma pessoa tem dor há 2 anos não coluna lombar e não consegue levantar da cadeira sem apoiar suas mãos. Parte dessa incapacidade está relacionada com o medo de sentir dor e parte está relacionada ao posicionamento desvantajoso adotado por essa pessoa ao levantar da cadeira. Se o terapeuta conduzir a pessoa a uma descoberta de melhores posicionamentos e utilizar estratégias para quebrar o medo desse movimento, a pessoa vai conseguir realizar algo importante para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante é que a pessoa no inicio, pode dizer que a intensidade da dor continua igual, mas agora pode realizar muito mais atividades. Depois de um tempo uma cascata de eventos positivos podem ocorrer tais como, aumento da motivação, mais confiança em sua recuperação e redução da dor devido aos benefícios dos próprios movimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante ressaltar que a conquista de um desses objetivos através do processo terapêutico, auxilia a conquista dos outros. No entanto a dor crônica difere-se de uma dor aguda que é mais simples e fácil controlar. A dor crônica foi desenvolvida e é mantida por um leque muito maior de fatores e por isso o terapeuta dificilmente obterá sucesso se focar em um único objetivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é profissional da saúde identifique se suas intervenções estão congruentes com todos esses objetivos. Se não estiver, crie e desenvolva novas habilidades para cumprir cada um desses objetivos. Se você apresenta dor crônica, identifique e busque estratégias destinadas a cada um desses objetivos. Os resultados serão mais rápidos e mais duradouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/73/quais-sao-os-tres-grandes-objetivos-da-terapia-em-pessoas-com-dor-cronica"&gt;Fonte: Mapa da Dor - Rodrigo Rizzo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-4708624216101695787?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/4708624216101695787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/quais-sao-os-tres-grandes-objetivos-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4708624216101695787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4708624216101695787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/11/quais-sao-os-tres-grandes-objetivos-da.html' title='Quais são os três grandes objetivos da terapia em pessoas com dor crônica?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-3815200323854835054</id><published>2011-10-28T09:01:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T09:01:57.028-07:00</updated><title type='text'>Gestão em Fisioterapia - Planejamento Financeiro - Margem de Contribuição</title><content type='html'>Vamos falar mais uma vez sobre uma questão financeira do seu negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando montamos o nosso mix de serviços, ou seja, os serviços que iremos oferecer no nosso consultório/clínica precisamos saber quanto cada um desses serviços irá custar e quanto irá trazer de lucro para o nosso caixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso você precisa conhecer exatamente seus custos fixos e variáveis, pois o cálculo do lucro sobre cada serviço depende dessas informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamamos de MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO a diferença gerada entre o preço de venda e os custos fixos e custos variáveis referente a essa venda. Complicou? Vamos lá, se colocarmos numa fórmula simples ficaria assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Margem de contribuição = Valor da venda -(custos fixos + despesas variáveis)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou tentar exemplificar isso de uma forma prática: Um serviço de RPG, que custa R$ 80,00/hora, e nessa clínica o custo fixo de 1 hora da sala é de R$15,00 e tem como despesa variável o percentual repassado ao profissional de 30%. Qual será a margem de contribuição desse serviço no caixa da clínica?&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;b&gt;MC= 80 -(15+24) = 41&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, cada atendimento de RPG rende à clínica R$ 41,00 de margem de contribuição, ou seja, mais de 50%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a ferramenta fundamental que deve ser usada pelos gestores para a tomada de decisões dentro da empresa. Por exemplo, caso você queira oferecer um desconto ao seu cliente é de fundamental importância que conheça esses valores sobre cada serviço que oferece, para fazer com que isso não influencie de forma ruim no seu fluxo de caixa, afetando também a cobertura dos seus custos fixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra importância prática desse cálculo é que você pode descobrir que está oferecendo um serviço que não te dá um retorno conforme o esperado, e a melhor estratégia poderia ser a suspensão desse serviço, ou então aumentar seu valor de venda. Cuidado para não querer aumentar as vendas desse serviço, pois isso poderá gerar prejuízo no seu caixa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, podem até achar complicado, difícil de fazer isso, mas se você tem seu próprio negócio e quer fazer ele dar certo não tem muita saída... Arregace as mangas e vamos calcular!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/2011/10/planejamento-financeiro-margem-de.html"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;span class="fn" style="background-color: #454545; color: #9d9d9d; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px;"&gt;Fabricia Costa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-3815200323854835054?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/3815200323854835054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/gestao-em-fisioterapia-planejamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/3815200323854835054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/3815200323854835054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/gestao-em-fisioterapia-planejamento.html' title='Gestão em Fisioterapia - Planejamento Financeiro - Margem de Contribuição'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-4178781053512960641</id><published>2011-10-26T11:59:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T11:59:05.749-07:00</updated><title type='text'>Cervicalgia</title><content type='html'>Saiba mais sobre a causa e o tratamento desta doença, que atinge até 30% da população adulta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cervicalgia é definida como qualquer dor, com ou sem rigidez articular (perda de mobilidade), que acomete da base do crânio (articulação atlanto-occipital) até a transição entre coluna cervical e coluna dorsal (torácica) região de C7-T1. Está presentes em cerca de 30% da população adulta, sendo mais comum em mulheres de 30 a 50 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatores que podem vir a gerar dores cervicais são diversos, sendo os mais comuns: postura inadequada, posição imprópria durante o sono, bolsas pesadas com suporte nos ombros, sentar em cadeiras com braços elevados, estresse psicológico e durante atividade profissional, hérnias cervicais, lesões e fraturas das vértebras cervicais, tumores, histórico de doenças reumáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dores podem irradiar para a região dos ombros, principalmente na região próxima do músculo trapézio e região dorsal. Quando isso ocorre, ela recebe o nome de cervicodorsalgia. Muitas vezes as dores irradiam também para antebraço e braço em consequência de compressão das raízes nervosas que têm origem na região cervical (Plexo Braquial). Nesses casos, é possível que a dor venha acompanhada de déficit motor e/ou sensitivo por pinçamento das raízes nervosas. Quando isso ocorre, a cervicalgia recebe o nome de cervicobraquialgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Diagnóstico da cervicalgia é feito através de uma avaliação bem elaborada com exames de imagem (Raio X e Ressonância Magnética), exames e testes neurológicos (Testes de reflexos e sensibilidade) e informações clínicas com o fim de identificar o tipo da dor, como ela acontece, que momento do dia ela ocorre e com qual gravidade e frequência ela aparece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento fisioterápico é direcionado inicialmente para diminuir as dores. Assim que o paciente apresenta uma boa resolução do quadro álgico, dá-se início ao trabalho sobre a causa das dores. Diversas técnicas e terapias são utilizadas para o tratamento, como: terapia manual (mobilização e manipulação), recursos de eletrotermofototerapia, exercícios para alongamento e fortalecimento, atividades posturais como a Reeducação Postural Global (RPG), são tratamentos com grande eficácia para esse acometimento da região cervical&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a resolução dos problemas cervicais, os pacientes devem ser orientados a mudarem alguns hábitos e tomar mais cuidado com posturas do dia a dia, afim de evitar novas recidivas de dores ou problemas cervicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://o2porminuto.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp?idMateria=5775&amp;amp;idCanal=4&amp;amp;stCanal=Medicina%20do%20esporte"&gt;Fonte: Portal O2 por minuto&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-4178781053512960641?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/4178781053512960641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/cervicalgia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4178781053512960641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4178781053512960641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/cervicalgia.html' title='Cervicalgia'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-4460603568249727570</id><published>2011-10-26T11:38:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T11:38:00.559-07:00</updated><title type='text'>Dormir pouco pode levar adolescente a ganhar peso</title><content type='html'>Estudo mostrou que os jovens que dormiam menos de sete horas tinham índice de massa corporal maior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dormir menos de sete horas por dia pode estar relacionado ao ganho de peso em adolescentes, segundo sugere um estudo apresentado durante o Encontro Anual do American College of Chest Physicians, que reúne médicos especializados no sistema cardiorrespiratório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONHEÇA A PESQUISA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Onde foi divulgada: Encontro Anual do American College of Chest Physicians&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quem fez: Lata Casturi e Radha Rao&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Instituição: Centro de Medicina do Sono Baylor College, no Texas&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dados de amostragem: 255 adolescentes – 108 meninos e 147 meninas&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: O estudo mostra que jovens que dormem menos de sete horas por dia têm índice de massa corporal (IMC) maior&lt;br /&gt;O estudo, realizado por pesquisadores do Centro de Medicina do Sono Baylor College, no Texas, acompanhou 255 adolescentes – 108 meninos e 147 meninas. Os participantes forneceram dados sobre os hábitos de sono, como a quantidade de horas que dormiam durante a semana e no fim de semana, além do peso e da altura para o cálculo do índice de massa corporal (IMC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os meninos, os resultados indicaram que eles dormiam, em média, 6 horas e 32 minutos durante a semana e 9 horas e 10 minutos nos finais de semana. Já as meninas dormiam cerca de 6 horas e 30 minutos nos dias de semana e 9 horas e 22 minutos nos finais de semana. Os pesquisadores, então, compararam os garotos que dormiam mais de sete horas com os que dormiam menos. Eles perceberam que o IMC daqueles que dormiam pouco foi 3,8% maior do que os que dormiam mais. Ao realizar a mesma comparação entre as meninas, o IMC foi 4,7% maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, o problema pode estar relacionado diretamente com os hormônios grelina e leptina, que regulam as sensações de fome e saciedade. "Quando você não dorme o suficiente, o nível de leptina cai, o que quer dizer que você não fica satisfeito quando come. A falta de sono também aumenta os níveis de grelina, o que estimula o apetite, e faz com que as pessoas queiram comer mais", afirma Radha Rao, coautora da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os adolescentes que dormem menos de oito horas também podem consumir mais calorias do que aqueles que dormem mais que oito horas (pelo menos oito horas de sono são recomendadas pelos médicos). Portanto, eles têm um maior risco para a obesidade e problemas de saúde associados, incluindo pressão arterial alta, doença cardíaca e derrame", disse Lata Casturi, autor do estudo. Além do ganho de peso, falta de sono durante a adolescência pode resultar em maus hábitos de sono na idade adulta e trazer consequências a longo prazo para a saúde. "O sono promove o crescimento de crianças e adolescentes e fortalece o sistema nervoso e imunológico", disse Rao.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando os adolescentes não dormem o suficiente, eles dormem na sala de aula, têm problemas para se concentrar, mais chances de ficarem estressados e também mais propensos a adoecerem e a não cumprir com as obrigações devido ao cansaço", afirmou Casturi. De acordo com os pesquisadores, os pais devem ensinar bons hábitos de sono aos filhos desde o início da vida. Entre as recomendações estão a definição de um horário de sono regular, desligar dispositivos tecnológicos à noite e evitar cafeína e a prática de exercícios na hora de dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/dormir-pouco-pode-levar-adolescente-a-ganhar-peso"&gt;Fonte: Revista Veja&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-4460603568249727570?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/4460603568249727570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/dormir-pouco-pode-levar-adolescente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4460603568249727570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/4460603568249727570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/dormir-pouco-pode-levar-adolescente.html' title='Dormir pouco pode levar adolescente a ganhar peso'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-2324253079863423112</id><published>2011-10-25T11:38:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T11:38:11.209-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristiano Laurino'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alongamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dor Muscular Tardia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aquecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Medicina Esportiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corredor'/><title type='text'>Dor muscular tardia, qualquer um pode sentir</title><content type='html'>O assunto de hoje é Dor Muscular Tardia, algo comum a atletas em qualquer estágio, já que costuma afetar pessoas sedentárias que iniciam treinamento volume e intensidade elevados, atletas que retomam os treinos após um período de afastamento e também indivíduos que treinam há mais tempo, mas fazem mudanças bruscas na intensidade e volume. Em linguagem leiga, trata-se daquela dorzinha que a gente sente no dia seguinte da atividade física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em linguagem técnica, o Dr. Cristiano Laurino explica que “a dor muscular tardia (DMT) é um fenômeno freqüente no esporte e pode acometer qualquer músculo esquelético. Geralmente é desencadeada após uma grande modificação do treino ou no reinício de treinamento, após um longo período sem praticar exercícios”. Vale ressaltar que ela é diferente da dor aguda, que aparece durante ou imediatamente após o exercício. Esta é um sinal de fadiga e acontece pela produção de substâncias químicas decorrentes do exercício e que são eliminadas dentro da primeira hora de repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A DMT aparece entre 12 e 48 horas após a realização da atividade física e se intensifica entre 24 e 72 horas. Depois disso, ameniza, mas pode durar por sete ou dez dias. “As sensações associadas à dor são: inchaço, tensão muscular aumentada, dificuldades para iniciar alguns movimentos, alongar ou realizar um treino completo”, explica o Dr. Laurino. Sua origem se deve a microlesões das fibras musculares e o conseqüente processo inflamatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Medidas necessárias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você treinou e acordou com essa dor bem chatinha. O que fazer? Muitos dizem para ficar sem treinar até a dor passar. Outros muitos dizem para continuar a rotina de treinos sem alterações. Mas o Dr. Cristiano Laurino explica que a melhor medida é evitar os exercícios intensos e vigorosos até que a dor tenha diminuído a intensidades suportáveis. Além disso, faça aquecimento antes do exercício, mantenha os exercícios aeróbicos leves (correr, nadar e pedalar), realize exercícios suaves de alongamento nas áreas afetadas até o ponto de desconforto, faça massagens nestas áreas e, se preciso, use bolsas de gelo e tome analgésicos, ambos com prescrição médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, a dor se resolve espontaneamente, mas se os sintomas persistirem e se intensificarem depois de sete, com grande limitação de movimentos, aparecimento de equimoses ou hematomas, deformidades na superfície da musculatura, é hora de procurar um especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, para evitar todo esse transtorno, o Dr. Cristiano Laurino dá dicas para evitar a DMT.&lt;br /&gt;Faça aquecimento e exercícios de alongamento antes da atividade física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siga um programa de treinamento individual, respeitando as características de cada atleta.&lt;br /&gt;Converse com o treinador sobre as dificuldades e sensações percebidas antes, durante e depois do treino.&lt;br /&gt;Evite mudanças bruscas no tipo de exercício e na duração do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Atingir a forma física não depende necessariamente de passar por episódios de DMT”, finaliza o profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://inside.nike.com/blogs/nikerunning_news-pt_BR/2010/05/31/medicina-esportiva-dor-muscular-tardia-qualquer-um-pode-sentir"&gt;Escrito por Lara Martins&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-2324253079863423112?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/2324253079863423112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/dor-muscular-tardia-qualquer-um-pode.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2324253079863423112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2324253079863423112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/dor-muscular-tardia-qualquer-um-pode.html' title='Dor muscular tardia, qualquer um pode sentir'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-2776471690692552273</id><published>2011-10-24T08:22:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T08:22:55.131-07:00</updated><title type='text'>Você é capaz de produzir seus próprios analgésicos?</title><content type='html'>&lt;i&gt;Sim. Mas teria um problema. Os laboratórios de medicamentos iriam ganhar alguns milhões a menos porque as pessoas não iriam mais comprar os analgésicos sintéticos e nem os medicamentos para controlar náuseas, vômitos, sonolência e constipação freqüentemente associados ao uso prolongado. Será que é por isso que esse segredo não é tão divulgado?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O abuso de analgésicos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 23 de junho de 2011, o estudo da ONU apontou uso abusivo de analgésicos no Brasil. A produção e o abuso de opióides (analgésicos) prescritos aumentaram, assim como o uso dessas substâncias sem prescrição médica. Normalmente são indicadas para dores fortes relacionadas ou não com câncer e após de algumas intervenções cirúrgicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os riscos do excesso de analgésicos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O risco principal dos sintéticos é o seu uso não controlado. O ideal é estar recebendo monitoramento médico. Mas mesmo assim, principalmente para o uso crônico, apresenta muitos efeitos colaterais como: constipação, náuseas, vômitos e sedação. Por conta disso muitos pacientes (cerca de 20% das pessoas), que recebem prescrição desses medicamentos, são obrigados a parar esse tratamento medicamentoso. &amp;nbsp;Dessa forma ficam sem opção de medicamentos para aliviarem suas dores. Além disso, as pessoas que usam os medicamentos baseados em opióides por tempo prolongado apresentam dependência e tolerância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dependência e tolerância&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é dependência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos já demonstraram que os opioides perdem seu efeito após uso prolongado e isso é chamado de tolerância. Dessa forma a pessoa tende a usar mais o medicamento para conseguir seus efeitos. Quando o paciente esta acostumado usar o medicamento e para de uma só vez, apresenta abstinência e isso caracteriza a dependência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é tolerância?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns poucos pacientes apresentam um comportamento excessivo para conseguir a medicação, não para analgesia, mas para conseguirem efeitos de sedação e sonolência por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Analgésicos naturais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine se você tivesse o controle de liberar analgésicos por si só, como um botão de rádio, capaz de regular a liberação de opióides. As pessoas com dor persistente ou crônica iriam se beneficiar muito com isso, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mas teria um problema...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os laboratórios de medicamentos deixariam de ganhar alguns milhões porque as pessoas não iriam mais comprar os analgésicos sintéticos e nem os medicamentos para controlar os efeitos colaterais adversos citados acima. Será que é por isso que esse “segredo” em produzir opióides por si próprio não é tão ensinado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso próprio sistema nervoso é capaz de produzir e liberar substâncias opióides capazes de aliviar a dor. Ao longo da nossa evolução desenvolvemos esse mecanismo porque nos ajudou sobreviver. Quando um atleta tem uma lesão no meio de uma final de campeonato quase não sente a dor. Da mesma forma quando um animal está ferido e vê um predador correndo em sua direção. Ele começa a correr como se não estivesse sentindo nada. Esses são exemplos de produção e liberação rápida de opioides por uma situação de estresse específica. A dor e a lesão por si só ativa um mecanismo de liberação de opióides para evitar que a dor seja ainda maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte das terapias que visam aliviar a dor, dão uma “mãozinha” para nós mesmos produzir esses analgésicos. A vantagem disso é que não existem efeitos colaterais adversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Maneiras que você pode produzir essas substâncias:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Exercícios físicos aeróbicos e anaeróbicos regulares e com intensidade adequada para cada um já demonstraram reduzir a sensibilidade à dor pela produção e liberação de opióides. No entanto sabemos que a maneira que a atividade física é realizada pode aumentar a sobrecarga. Quando isso acontece o efeito da liberação de opióides não serve para nada. Talvez sirva somente para camuflara dor durante a atividade e piorar depois. Por isso a combinação entre todos os elementos que podem ser vistos na “cidade da sobrecarga” e os benefícios bioquímicos da atividade física que determinam o efeito real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Expectativa de melhora. Quando acreditamos na melhora podemos produzir e liberar opióides e assim reduzir a dor. Um exemplo claro disso é o efeito placebo.Várias pesquisas mostram pessoas que apresentam expectativa maiores quanto ao tratamento, tendem a obter melhores resultados. E o interessante é que isso acontece na maioria das intervenções terapeuticas para dor. Então tanto a pessoa pode elevar sua expectativa como é dever do profissional ter a capacidade de aumentar a expectativa do cliente sem deixar de ser realista (para não causar frustração).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma dor adicional às vezes pode induzir o funcionamento de circuitos neurais que liberam opióides adicionais em regiões onde a informação da dor passa antes de chegar à percepção. Exemplo disso terapia de moxabustão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando estamos em um estado de entusiasmo, liberamos opióides que tendem a reduzir a dor e causar bem-estar. Quando você chega em casa e encontra muitas pessoas na sua frente contando parabéns, a famosa festa surpresa você libera uma cascata de opióides endógenos. Talvez você lembre com o que você pode ficar entusiasmado. Quem sabe fazendo uma atividade que você gosta. É bom saber que no final do dia eu vou sair do trabalho e fazer aquela atividade que me dá prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desenvolver atitudes, motivações e percepções em relação a si mesmo e à dor, mais favoráveis para a melhora. Sabe-se que estratégias hipnóticas por exemplo reduz a dor, pelo menos em parte pela liberação das substancias opioides produzidas pelo próprio corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem várias formas de regular a quantidade de substâncias que influenciam nosso estado emocional e perceptual diário. Atuar no tratamento e na prevenção da dor é atuar no TODO sabendo das PRIORIDADES a cada momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/65/voce-e-capaz-de-produzir-seus-proprios-analgesicos"&gt;Fonte: Blog Mapa da Dor - por: Rodrigo Rizzo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-2776471690692552273?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/2776471690692552273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/voce-e-capaz-de-produzir-seus-proprios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2776471690692552273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2776471690692552273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/voce-e-capaz-de-produzir-seus-proprios.html' title='Você é capaz de produzir seus próprios analgésicos?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-63023312264584355</id><published>2011-10-19T06:35:00.000-07:00</published><updated>2011-10-19T06:35:47.846-07:00</updated><title type='text'>O NOVO FISIOTERAPEUTA</title><content type='html'>A fisioterapia está ficando cada vez mais consolidada no mercado, existe um avanço científico intenso na nossa área, a competição está cada vez mais acirrada... E aí me vem uma pergunta: Qual será o grande diferencial do NOVO fisioterapeuta? NOVO? Sim isso mesmo!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as profissões precisam se adaptar de acordo com as imposições do mercado, e nós não somos diferentes, precisamos MUDAR a forma como a fisioterapia ainda está sendo praticada. E é justamente nesse ponto que entra o papel do novo fisioterapeuta, aquele que sabe gerir de forma correta o seu próprio negócio, sair do amadorismo gerencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos fisioterapeutas abrem o seu próprio consultório/clínica sem nem saber o que é Plano de Negócios? Quantos precificam o seu serviço apenas de acordo com o mercado, sem saber se esse preço é adequado dentro dos seus custos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelecer suas metas, definir seu publico alvo, traçar as estratégias de marketing adequadas, tudo isso deveria fazer parte do planejamento do seu negócio, antes mesmo de pôr ele em prática. Afinal você pode achar que tem &amp;nbsp;uma excelente ideia, e quando coloca tudo no papel pode perceber que ela não é tão boa assim, e isso evita um problema mais na frente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente nós fisioterapeutas não somos ensinados a pensar sobre essas questões, e isso faz com que muitos estabelecimentos fechem antes mesmo do seu segundo ano de funcionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então vem a pergunta?&lt;br /&gt;POR QUÊ NÃO APRENDER SOBRE GESTÃO E OBTER MELHORES RESULTADOS NO SEU EMPREENDIMENTO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando nisso, em parceria com a empresa Mais Fisio, dos fisioterapeutas Carla Daniele Chagas e Fábio Perissé, montamos um curso de Gestão em Fisioterapia, com o objetivo de passar os conceitos da gestão empresarial para fisioterapeutas e desenvolver as habilidades fundamentais nos gerencamentos de clínicas e consultórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve estaremos divulgando maiores informações aqui no blog e no site &lt;a href="http://www.maisfisio.com.br/"&gt;www.maisfisio.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está na hora de você começar a pensar nisso e ir em busca de novos conhecimentos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/"&gt;Blog Gestão em Fisioterapia - Fabricia Costa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-63023312264584355?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/63023312264584355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/o-novo-fisioterapeuta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/63023312264584355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/63023312264584355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/o-novo-fisioterapeuta.html' title='O NOVO FISIOTERAPEUTA'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-985087049136421392</id><published>2011-10-18T07:42:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T07:44:41.800-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eventos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dor de Cebaça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Quem nunca sentiu dor de cabeça?     SBED promove Dia Mundial Contra a Dor de Cabeça – 17 de Outubro de 2011</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yKptsSVS93M/Tp2Qwc0PN5I/AAAAAAAAAT0/HbryRlFJwcA/s1600/foto-dordecabeca.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-yKptsSVS93M/Tp2Qwc0PN5I/AAAAAAAAAT0/HbryRlFJwcA/s1600/foto-dordecabeca.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dia 17 de outubro de 2011, a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) comemora o Dia Mundial Contra a Dor. A iniciativa faz parte de uma campanha mundial com foco no tratamento da dor crônica, que acontece em todo o mundo no mesmo dia e foi idealizada pela International Association for the Study of Pain (IASP). A data tem como objetivo conscientizar a população sobre o tema, cada ano enfocando um aspecto diferente. Desta vez, o tema é a Dor de Cabeça.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem nunca teve dor de cabeça? Estudos populacionais mostram que mais de 90% da população mundial teve ou terá pelo menos uma dor de cabeça na vida e 50% as tem regularmente. Nesses casos a cefaleia é responsável por perda de 4 a 5 dias de trabalho, ou lazer ao ano, e diminui a qualidade de vida, sendo considerada uma questão de saúde publica.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentre as cefaleias, a mais incapacitante é a enxaqueca, uma doença familiar que acomete 15% da população, nas idades mais produtivas da vida. É mais frequente entre as mulheres, sendo relacionada, na maioria delas, ao ciclo menstrual. A enxaqueca é uma doença benigna, mas às vezes pode gerar complicações: provocar crises epilépticas, acidentes vasculares cerebrais e torna-se diária. Quando é diária, leva ao uso abusivo de analgésicos com efeitos colaterais graves, tais como hemorragias gástricas, doenças hepáticas, renais e anemias com diminuição das defesas do organismo contra infecções. O neurologista José Geraldo Speciali, coordenador científico do Comitê de Cefaleia da SBED, é enfático: “As cefaleias devem ser tratadas, mesmo as menos frequentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos últimos 20 anos, os avanços nesse sentido foram enormes e hoje nenhum médico diz ao pacientes uma frase que era comum anos passados: você tem que se acostumar a viver com sua dor de cabeça!”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após o dia, campanha do Ano Mundial Contra a Dor de Cabeça será realizada no país até outubro de 2012, pela SBED, divulgando de forma ampla o tema dor de cabeça ou cefaleia. “Queremos alertar e estimular mais as discussões sobre o tema em todo o Brasil, chamando a atenção das autoridades sanitárias e, principalmente, de quem sofre em silêncio por desconhecer a doença”, afirma João Batista Santos Garcia, presidente da SBED.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-985087049136421392?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/985087049136421392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/quem-nunca-sentiu-dor-de-cabeca-sbed.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/985087049136421392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/985087049136421392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/quem-nunca-sentiu-dor-de-cabeca-sbed.html' title='Quem nunca sentiu dor de cabeça?     SBED promove Dia Mundial Contra a Dor de Cabeça – 17 de Outubro de 2011'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-yKptsSVS93M/Tp2Qwc0PN5I/AAAAAAAAAT0/HbryRlFJwcA/s72-c/foto-dordecabeca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-1342029526965350659</id><published>2011-10-11T12:31:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T12:31:03.222-07:00</updated><title type='text'>Como a atividade física interfere a sua caminhada pela “rodovia da sobrecarga”?</title><content type='html'>A atividade física pode interferir a sua caminhada pela rodovia da sobrecarga de 3 diferentes formas: a primeira é lhe ajudando a fazer um retorno e voltar para a “cidade do bem estar”; a segunda é freando sua continuidade em direção à dor. Dessa forma você tende a ficar parado em algum ponto da rodovia da sobrecarga sem ir para “cidade do bem estar” nem para a dor. A terceira, pelo incrível que pareça, é acelerar os seus passos em direção à dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atividade física para retornar à cidade do bem-estar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idosos que praticam modalidades esportivas ou algum tipo de atividade física tendem a ter índices de ansiedade e depressão bem menores do que os sedentários. Pessoas que sofrem com insônia podem dormir melhor quando realizam atividade física e se livrarem também dos efeitos associados pela perda do sono como a depressão por exemplo. Pessoas hipertensas e diabéticas encontram na atividade física uma maneira incontestável tanto preventiva quanto terapeuticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa que está acima do peso vai ao médico com dor no joelho recebe a informação para emagrecer, reduzir a sobrecarga na sua articulação para aliviar a dor. Uma pessoa com dor no corpo inteiro diagnosticada com fibromialgia é estimulada pelos profissionais de saúde a fazer exercícios para ajudá-la no controle de suas dores. Um homem que trabalha o dia inteiro sentado em frente ao computador e apresenta dor no ombro é rapidamente orientado pelos colegas e profissionais de saúde a sair do sedentarismo e se matricular numa academia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atividade física para manter-se na cidade do bem-estar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito claro que a atividade física apresenta efeitos positivos para prevenir complicações musculares e articulares por vários motivos. Por exemplo, os movimentos permitem com que os músculos façam o que ”gostam”, ou seja, contrair e relaxar. Quando isso acontece, os músculos dão um presente para suas articulações: quando são comprimidas aumentam sua resistência e quando são descomprimidas aumentam os espaços entre ossos para facilitar toda a sua nutrição. Os músculos tornam-se mais resistentes à medida que contraem e relaxam regularmente. É dessa forma que adquirimos e mantemos nossa mobilidade; somos capazes de realizar as atividades sem grandes problemas e estar preparados para os imprevistos do dia a dia e da força oposta do envelhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade física leva nosso organismo a produzir, liberar e conduzir uma cascata de substâncias que atingem todo o corpo por intermédio dos vasos sanguíneos e nervos. Algumas dessas substâncias apresentam papéis importantes em promoverem bem-estar e diminuir a dor. Devido a essas comprovações, médicos, fisioterapeutas, psicólogos e todos os outros profissionais da saúde indicam a atividade física como parte integrante da rotina das pessoas, apesar de muitas vezes eles próprios não praticarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atividade física leva a pessoa em direção à dor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto tenho visto freqüentemente pessoas no meu consultório procurando a atividade física por orientações médicas e outras com dor por causa da própria atividade física. Imagine a pessoa com dor no joelho fazendo a atividade exatamente igual à de outra pessoa que não apresenta dor. Você não acha um pouco incongruente uma pessoa obesa com dor no joelho fazer caminhada para emagrecer sendo que a caminhada pode sobrecarregar mais ainda seu joelho? &amp;nbsp;É muito freqüente ver uma pessoa com fibromialgia sentir mais dores após realizar atividade física, mesmos sob orientação. Eu conheço muitas pessoas que estão sedentárias há muito tempo e tentaram reiniciar alguma atividade física, mas desistiram porque sentiram muitas dores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pontos importantes ao fazer atividade física&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gostaria de dizer duas coisas importantes e necessárias que nem todos dizem isso para você:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a maioria das pessoas e profissionais da saúde se esquecem é que a maneira de realizar o exercício pode determinar o efeito positivo ou negativo da atividade. O exercício pode variar quanto à frequência ou repetições, intensidade ou carga, regularidade, posicionamento do corpo para executar o exercício, duração da prática e o nível de atenção direcionada à atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não precisa carregar “Y” de peso e nem caminhar “X” minutos para ficar saudável. Não acredite 100% no que você ouve ou lê. Não precisa acreditar em mim. Acompanhe meu raciocínio: As pesquisas dizem que as pessoas conseguem ganhar condicionamento físico se caminharem 30 minutos todos os dias. Ora, para uma pessoa que não consegue caminhar nem 10 minutos por conta de uma dor na coluna, você acha que essa informação é válida para ela? Se ela caminhar 10 minutos pode ser muito melhor do que caminhar 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A duração da caminhada deve ser adequada para cada um e você mesmo pode adequar os seus limites quando observa e entende suas sensações. Mesmo com uma dor é possível encontrar uma maneira de se exercitar e colher os frutos dessa atividade porque o exercício pode variar de muitas formas. E não existe uma forma padronizada para todos. No entanto existe a melhor maneira de VOCÊ se exercitar NESSE MOMENTO. Talvez amanhã essa maneira mude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de dizer que a atividade física piora sua dor, note quantos elementos podem ser modificados para modificar o efeito da atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de afirmar que a atividade física faz bem para todos, note quantos elementos pode interferir uma atividade física positiva ou negativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender que a atividade física apresenta benefícios e riscos ajudam-nos a evitarmos os riscos e ampliar os benefícios. Pensar de forma radical que atividade física é boa para todos do mesmo jeito e pensar que não deve ser feita porque uma pessoa sente dor, são informações que não leva à “cidade do bem estar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atividade física e a rodovia da sobrecarga&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade física pode interferir a sua caminhada pela “rodovia da sobrecarga” de 3 diferentes maneiras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira: ajudando-lhe a fazer um retorno e voltar para a “cidade do bem estar”. Quando isso acontece você vai reduzindo a tendência de sentir dor, pois o acumulo de sobrecarga é reduzido. Quando os parâmetros da atividade física discutidos acima são adequados para você em um determinado momento, seu caminho será em direção à “cidade do bem-estar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda: freando sua continuidade em direção à dor. Dessa forma você tende a ficar parado em algum ponto da “rodovia da sobrecarga” sem ir para “cidade do bem estar” nem para a dor. Isso acontece quando existe um equilíbrio entre os benefícios e os prejuízos da atividade física. Por exemplo, a duração da sua caminhada está boa, mas o seu tênis não ajuda absorver o impacto; o peso que você vem carregando está adequado para você, mas seu posicionamento não está bom para carregar o peso. Quando isso acontece você fica muito vulnerável aos imprevistos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa fica muito vulnerável aos imprevistos e tende a ir para a terceira forma que a atividade física pode interferir na caminhada da rodovia da sobrecarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceira: acelerar sua descida na rodovia da sobrecarga em direção à dor. Se você estiver mais cansado do que o habitual ou tiver acumulado muita tensão durante o dia, os prejuízos do posicionamento inadequado vão ser maiores que os benefícios (por exemplo: liberação de substancias para reduzir sua dor e causar bem-estar). E assim muitas pessoas começam gradativamente descer pela rodovia da sobrecarga. Quando menos esperam sentem dor e não relacionam num primeiro momento com a atividade física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/61/como-a-atividade-fisica-interfere-a-sua-caminhada-pela-rodovia-da-sobrecarga"&gt;: Rodrigo Rizzo - Portal Mapa da Dor&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-1342029526965350659?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/1342029526965350659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/como-atividade-fisica-interfere-sua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1342029526965350659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/1342029526965350659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/como-atividade-fisica-interfere-sua.html' title='Como a atividade física interfere a sua caminhada pela “rodovia da sobrecarga”?'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-2672404674034319393</id><published>2011-10-07T08:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-07T08:37:02.183-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atendimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Qualidade'/><title type='text'>Atendimento ao cliente (2) - Qualidade x Eficiência</title><content type='html'>Falar em atendimento ao cliente parece muito simples na teoria, todo mundo parece "rezar" a mesma cartilha. Mas o que a gente encontra na prática está muito longe de tudo isso.&amp;nbsp;A saúde em geral está passando por um momento de precariedade,onde os serviços estão sendo oferecidos com péssima qualidade e sem nenhuma eficiência, principalmente na saúde pública. O setor privado muitas vezes não fica distante dessa realidade também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao voltarmos a nossa atenção aos serviços de fisioterapia o que encontramos? Muitos estabelecimentos oferecendo o serviço de fisioterapia, poucos fazendo com qualidade, poucos sendo eficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eficiência é definido como o meio utilizado para atingir um objetivo, é fazer certo as coisas que são inerentes a sua função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que seria um serviço eficiente? É oferecer ao seu cliente um atendimento de excelência, com nenhum ou o mínimo possível de erros durante o processo. Para isso é necessário não apenas uma qualidade técnica do profissional em questão, mas um gerenciamento de todas as etapas do atendimento desde a marcação da consulta, o momento em que o cliente chega no seu consultório/clínica, atendimento e pós atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém o grande diferencial na prestação do serviço é oferecer qualidade durante todas essas etapas do atendimento.Quantas vezes você já foi atendido em algum lugar onde tudo ocorreu dentro do esperado, sem surpresas desagradáveis, mas você não gostou do atendimento? O ambiente não era apropriado, o material usado era de uma qualidade ruim, o profissional não deu atenção suficiente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então temos que pensar que não adianta apenas oferecer um serviço eficiente, ter inúmeros recursos técnicos para oferecer resultado ao seu cliente/paciente, se isso não vier associado a qualidade. Assim como não adianta ter um serviço de excelente qualidade e apresentar inúmeros defeitos na eficiência dos processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente oferecendo um serviço eficiente e de qualidade seremos capazes de ganhar respeito dos nossos clientes e alcançar sucesso profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gestaoemfisio.blogspot.com/2011/09/atendimento-ao-cliente-2-qualidade-x.html"&gt;Fonte: Fabrícia Costa - Blog Gestão em Fisioterapia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-2672404674034319393?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/2672404674034319393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/atendimento-ao-cliente-2-qualidade-x.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2672404674034319393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2672404674034319393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/10/atendimento-ao-cliente-2-qualidade-x.html' title='Atendimento ao cliente (2) - Qualidade x Eficiência'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-6294038193895386366</id><published>2011-09-27T12:35:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T12:38:14.441-07:00</updated><title type='text'>Exercícios atenuam sintomas da artrose mesmo sem perda de peso, diz estudo</title><content type='html'>&lt;h2 class="subtitle" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: bold; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Pesquisa sugere que o ganho de peso, isoladamente, não é responsável pelas dores decorrentes da doença&lt;/h2&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/50591/artrite-maos-20110927-size-598.jpg?1317138771" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/50591/artrite-maos-20110927-size-598.jpg?1317138771" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Uma nova pesquisa conduzida pelo centro médico da Universidade Duke, nos Estados Unidos, traz uma série de descobertas sobre a relação entre obesidade e osteoartrite (saiba mais sobre a doença no box ao lado). Divulgada nesta terça-feira no periódico Arthritis &amp;amp; Rheumatism, o estudo afirma que os exercícios físicos podem atenuar os sintomas da doença mesmo sem que o paciente perca peso e que a obesidade sozinha não causa a inflamação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;Já se sabia que exercícios traziam benefícios para pacientes com artrose, mas "é surpreendente que seja positivo para as articulações mesmo sem a perda de peso", diz Farshid Guilak, PhD, um dos autores do estudo e professor de cirurgia ortopédica na Duke. "O ideal é que o paciente fique em forma e emagreça pelo menos um pouco, mas esta pesquisa mostra que os exercícios, mesmo não acompanhados de outras mudanças, podem melhorar a saúde de quem tem a osteoartrite."&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;A pesquisa partiu da premissa que muitos casos de osteoartrite estão associados à obesidade e sedentarismo. Por isso, tentaram descobrir se uma alimentação rica em gordura levaria a uma artrose no joelho e se exercícios poderiam prevenir o problema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;Dois grupos de camundongos, então, foram alimentados de maneira diferente: o primeiro grupo recebeu comida rica em gordura e o segundo recebeu comida normal. O primeiro grupo foi o mais prejudicado: os camundongos ganharam peso rapidamente, passaram a processar mal a glicose e apresentaram um nível alto no sangue de moléculas causadoras da inflamação crônica associada à artrose.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;O passo seguinte foi colocar esses camundongos para exercitarem-se correndo nas rodas das gaiolas. Como resultado, muito dos problemas decorrentes do aumento de peso sumiram: a tolerância à glicose aumentou, e a inflamação foi bastante reduzida. Para os pesquisadores foi um sinal de que, se o aumento de peso fosse o responsável pela oesteoartrite, os exercícios deveriam ter aumentado o problema e não diminuído, como aconteceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o coordenador do estudo, Timothy Griffin, PhD, ainda é preciso entender a relação entre atividade física e obesidade. Segundo ele, as células de gordura continuaram a produzir moléculas que disparam a artrite, mas que os exercícios prejudicaram o "sinal inflamatório" enviado por essas moléculas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;"A pesquisa mostra que, se você é obeso, é melhor se exercitar", diz Farshid Guilak. "A dor pode ser uma barreira inicial, mas a longo prazo trará benefícios."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/exercicios-atenuam-sintomas-da-artrose-mesmo-sem-perda-de-peso-diz-estudo"&gt;Fonte: Revista Veja&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-6294038193895386366?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/6294038193895386366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/09/exercicios-atenuam-sintomas-da-artrose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6294038193895386366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/6294038193895386366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/09/exercicios-atenuam-sintomas-da-artrose.html' title='Exercícios atenuam sintomas da artrose mesmo sem perda de peso, diz estudo'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-2592702086607908216</id><published>2011-09-27T12:14:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T12:14:12.833-07:00</updated><title type='text'>A sua expectativa pode determinar o efeito do medicamento para o alivio da dor.</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;b&gt;Como é mostrado no mapa da dor, você pode receber uma chuva de informações negativas que tende a manter ou piorar o seu estado atual de dor. Além disso, por conta da informação nada clara sobre o seu problema, a ansiedade aparece. Você não sabe a gravidade do problema e se essa situação vai mudar. Então além de você ter recebido informações negativas, você mesmo produz uma enxurrada de informações negativas.Identifique isso e não se deixe levar para a "cidade da manutenção da dor".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Gallagher, repórter de saúde da BBC News escreveu sobre um artigo, que você confere abaixo, intitulado “Expectativa de paciente pode potencializar ou neutralizar analgésico”publicado recentemente na revista Sci Transl Med em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pesquisa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa recém-divulgada sugere que as expectativas de pacientes podem tanto potencializar os efeitos de um analgésico como neutralizá-los por completo. Pesquisadores britânicos e alemães aplicaram calor nos pés de 22 pacientes, que em seguida tiveram de quantificar o grau de dor sentida em uma escala de 0 a 100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simultaneamente, os pacientes eram submetidos a um escâner cerebral, que exibia as condições das diferentes regiões do cérebro enquanto os testes eram realizados. Após a aplicação do calor, o nível médio de dor sinalizado por eles foi de 66.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pacientes que estavam também conectados a um dispositivo intravenoso pelo qual poderiam receber doses de medicamentos sem ser informados, recebiam, então, um poderoso analgésico chamado remifentanil. Depois disso, eles passaram a sinalizar 55 como sendo seu índice de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores informaram-nos, em seguida, que eles estavam sendo medicados com um analgésico, e a nota dada por eles caiu para 39.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, mantendo a mesma dose, eles foram informados de que a aplicação do analgésico havia sido suspensa e que eles provavelmente sentiriam dor. Com isso, a nota subiu para 64.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, apesar de eles estarem recebendo remifentanil, relataram estar sentindo o mesmo nível de dor indicado quando não estavam recebendo qualquer analgésico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Comentário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A expectativa positiva ou negativa em relação ao resultado da intervenção terapêutica influencia seu efeito analgésico. É mais uma informação para provar que são as nossas condições internas que determinam o efeito dos agentes externos. Esse artigo demonstrou que a expectativa influencia o efeito analgésico de medicamentos. No entanto a expectativa pode interferir em qualquer intervenção terapêutica não só os medicamentosos. A expectativa interfere nas técnicas de terapia manual, eletroterapia, no calor, gelo, psicoterapias, hipnose e em todas as outras. As intervenções terapêuticas apresentam melhores efeitos para o alivio da dor em duas condições internas: 1- quando estamos livres de informações que podem impedir o mecanismo analgésico da intervenção; 2- quando recebemos ou criamos informações que favorecem ou complementam o mecanismo analgésico da intervenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chuva das informações positivas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, eu faço uma pergunta: Quais são as informações que podem influenciar o efeito analgésico do medicamento ou de qualquer intervenção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, existem dois tipos de informações: uma externa (que vem de fora) e a outra interna (que vem da própria pessoa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma farmácia pequena perto da minha casa e toda vez que compro o remédio lá melhoro rapidamente. &amp;nbsp;Quando decido comprar em outro lugar, mesmo sendo o mesmo remédio parece que não é a mesma coisa. Quando compro o remédio em outro local, às vezes volto a comprar o mesmo remédio na farmácia do Luizinho porque não obtenho a melhora esperada da gripe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O farmacêutico Luizinho sempre pergunta o que eu estou sentindo e afirma: “Esse realmente é o remédio certo”. Explica como o remédio age no meu corpo e diz em quanto tempo estarei me sentindo melhor. &amp;nbsp;Ele costuma escrever na caixa do medicamento os horários que devo tomar e nunca me deixa sair da farmácia sem tomar o primeiro comprimido lá mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que eu melhoro muito mais rápido e que ele faz o maior sucesso na região. Chamo isso de chuva de informações positivas que levam meu sistema nervoso trabalhar a favor do efeito analgésico da intervenção. A chuva de informações positivas que o Luizinho criou ampliou minha expectativa de melhora sem mesmo eu ter consciência disso. Esperto esse Luizinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chuva das informações negativas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto se você vai a um médico com dor na coluna. Ele pede um exame e simplesmente diz: “Você tem hérnia de disco”. Ou para piorar, além disso, ele faz uma expressão de “a casa caiu” e diz: “sua coluna está bem ruim, hem! Você tem uma hérnia de disco!” Depois disso escreve o nome do remédio com aquela letra “bonita” e a consulta está finalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizada para ele, porque desse jeito e com essas informações negativas, você vai procurar outras estratégias de tratamento porque sua dor não melhora. Como você vai para outro profissional procurar ajuda, o primeiro médico não sabe que você ainda está com dor. Ou pior ainda ele acha que você melhorou porque não voltou mais e dessa forma continua agindo da mesma maneira com os outros pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um tipo comum de ignorância em relação ao tratamento de uma dor. Como é mostrado no “mapa da dor”, você recebeu uma “chuva de informações negativas” que tende a manter ou piorar o seu estado atual de dor. Além disso, por conta da informação nada clara sobre o seu problema, a ansiedade aparece. Você não sabe a gravidade do problema e se essa situação vai mudar. Então além de você ter recebido informações negativas, você mesmo produz uma “enxurrada de informações negativas” tais como: “acho que é um problema sério mesmo; estou sentindo dor então minha lesão está aumentando; tenho hérnia de disco”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é mais freqüente do que pensamos. Pesquisadores do Hospital da Santa casa de São Paulo fizeram perguntas para os pacientes logo depois de uma consulta e chegaram a conclusão que cerca de 40% dos pacientes sentiram que não receberam a informação clara sobre seu problema. Eu levanto uma questão: Será que as pessoas que não receberam explicações claras sobre o problema tendem a permanecer por mais tempo com a dor? Será que tais dúvidas favorecem a transição de uma dor aguda para uma dor crônica e persistente? Particularmente acredito que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A boa notícia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa notícia é: você não precisa depender sempre de informações externas. Entenda e exija dos profissionais explicações que te mantenha mais tranqüilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profissional de saúde precisa aprender e aprimorar como criar um ambiente interno favorável para o paciente receber a intervenção terapêutica com maiores possibilidades de melhora. Chamo isso de modulação da expectativa ou a capacidade de regular a “chuva” de informações internas e externas que afetam o paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mapadador.com.br/noticia/ver/10/a-sua-expectativa-pode-determinar-o-efeito-do-medicamento-para-o-alivio-da-dor"&gt;Fonte: Rodrigo Rizzo. Portal Mapa da Dor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-2592702086607908216?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/2592702086607908216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/09/sua-expectativa-pode-determinar-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2592702086607908216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/2592702086607908216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/09/sua-expectativa-pode-determinar-o.html' title='A sua expectativa pode determinar o efeito do medicamento para o alivio da dor.'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2667541427025565929.post-7307430415196794853</id><published>2011-09-27T11:56:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T11:59:25.821-07:00</updated><title type='text'>Proteja-se com a corrida</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Saiba como a prática esportiva melhora o sistema imunológico e deixa o corpo mais protegido contra doenças, especialmente no inverno - Por Fernanda Silva&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://o2porminuto.uol.com.br/imagens/materia/proteja_30062011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://o2porminuto.uol.com.br/imagens/materia/proteja_30062011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Pode notar, quem pratica alguma atividade física regular parece sempre mais saudável e imune às pequenas doenças, como gripes e resfriados. A resposta para isso está na relação dos esportes com a imunidade de nosso organismo. Não só a corrida, mas qualquer exercício físico feito com regularidade melhora a capacidade de resposta do sistema imunológico, que tem como objetivo reconhecer os organismos invasores, impedir sua disseminação e eliminá-los do corpo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mesmo treinando em condições suscetíveis a doenças, como dias frios, o atleta está sempre protegido. “Quem pratica exercícios adequadamente tem uma substância chamada glutamina, constante no organismo. Isso é ótimo, pois ela serve de alimento para os leucócitos - responsáveis por combater microorganismos causadores de doenças - que, bem nutridos, trabalham de uma maneira mais eficiente”, explica Newton Nunes, professor pelo Instituto do Coração de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Além disso, a corrida acarreta melhoras no aparelho cardiorrespiratório, muscular e no controle do estresse, o que também deixa o corpo mais protegido. “Com a prática esportiva, o sistema de defesa do organismo fica muito mais inspirado em seu trabalho e em suas ações, que se tornam mais eficazes contra os invasores”, explica o fisiologista da Universidade Federal de São Paulo, Raul Santos de Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sem exageros&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para criar este “escudo”, porém, é necessário saber respeitar seus limites. Cuidado com o excesso de treino, que pode enfraquecer o sistema imunológico, aumentando as possibilidades de doenças infecciosas. “A intensidade, duração e frequência excessiva de treinamento pode proporcionar um mau funcionamento do sistema imune, devido à sobrecarga imposta ao organismo - o que pode levar a fadiga”, explica Nunes. “Corredores que treinam com altas cargas de volume e intensidade, sem moderação e cuidados, podem ter alterações de ordem neuroendócrinas (responsáveis por liberar neurotransmissores para as células nervosas) e cardiovasculares”, completa Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Alimentação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Outro fator que contribui para o bom funcionamento do sistema imunológico e, consequentemente, melhora o desempenho na corrida, é uma dieta saudável e balanceada. “Certos alimentos, como o leite fermentado, mantém saudável nossa flora intestinal e também fortalecem nosso sistema imunológico”, indica a nutricionista esportiva Mariana Escobar, da Clinn Espaço de Saúde. Alimentos ricos em selênio, vitamina A, C e E, são antioxidantes e protegem as células de danos e doenças. Veja abaixo onde você encontra cada nutriente:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Selênio:&lt;/b&gt; Carnes, oleaginosas (castanha do Pará, castanha de caju, nozes), cereais integrais, ovos, leite e derivados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Vitamina A: &lt;/b&gt;Frutas e legumes amarelos e alaranjados e os vegetais verde-escuros: manga, mamão, cajá, caju, goiaba vermelha, abóbora/jerimum, cenoura, acelga espinafre, chicória, couve, salsa etc...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Vitamina C: &lt;/b&gt;frutas e vegetais, especialmente em frutas críticas, tomates, espinafre, batatas e brócolis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Vitamina E:&lt;/b&gt; óleos vegetais, nozes e germe de trigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Se necessário, procure um nutricionista, que poderá indicar ainda o uso de glutamina como suplemento (cerca 5g ao dia) e proteína do soro de leite isolada hidrilisada após o treino (20g), para auxiliar na recuperação muscular. “Isso não deixar o organismo `aberto´ para doenças e ataques ao sistema imunológico”, finaliza Mariana.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2667541427025565929-7307430415196794853?l=maisfisiocursos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/feeds/7307430415196794853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/09/proteja-se-com-corrida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/7307430415196794853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2667541427025565929/posts/default/7307430415196794853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maisfisiocursos.blogspot.com/2011/09/proteja-se-com-corrida.html' title='Proteja-se com a corrida'/><author><name>Rodrigo D'Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13040870669179617511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://bp0.blogger.com/_Q1w7Sq4xpKM/R9BBWHCaokI/AAAAAAAAAHk/11Fb8KJx1Us/S220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
